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suicida Eu não consigo entender como é possível que alguém dê atenção ou qualquer crédito que seja aos defensores do absurdo irracional da crítica à «heteronormatividade». Leiam esta notícia e percebam como andam as coisas nesse sentido. Reparem como conceitos e críticas são assumidos como fundadas ou de direito, gerando controvérsias até mesmo em relação aos desenhos animados e conto de fadas. Segundo os tais defensores da crítica à «heteronormatividade», somos agredidos desde a infância com a idéia de que a heterosexualidade é normal, entendendo isso como uma espécie de ditadura que molda o gênero sexual dominante.

Tenho cá pra mim que isso é suicídio intelectual, e confesso: algumas vezes custa-me acreditar no que leio…

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O LINK FOI CORRIGIDO!

152087981_26de56cc94_oEsta postagem é fruto de um artigo publicado no meu antigo blog, sobre o qual o Joaquim (citado abaixo) enviou um comentário. Decidi publicar minha resposta a esse comentário na forma de uma nova postagem neste endereço, visando assim me estender um pouco (além do que pede o espaço para um simples comentário num artigo) e também porque estou mudando aos poucos daquele para este endereço.

Colo abaixo, na caixa de texto, o comentário do Joaquim na íntegra. Logo depois, comento parte por parte (…)

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Papa Pio XII” …Para Silver, aquele simpósio foi um choque, e assim escreve: “As provas que eu vi me convenceram de que sua única motivação (de Pio XII) foi salvar todos os judeus que ele pudesse”.

A imagem negativa de Pio XII, segundo Silver, começou com a publicação do jornal “O Vigário”, com a difusão de mentiras e com o hábito de não investigar os fatos históricos.

Assim, muitas pessoas foram convertidas em “instrumento dos que detestavam Pio XII porque sempre foi anticomunista”, explica.

“Vale destacar que, depois do fim da guerra e até sua morte, os judeus o elogiaram continuamente, reconhecendo-o como salvador”, acrescenta.

E o rabino afirma (…)

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deutsche_christen_marchUma tradução feita por um amigo meu e divulgado no blog PIO XII – O PAPA MAIS CALUNIADO DA HISTÓRIA, de um amigo dele, chama a atenção pelo singularidade do assunto: Nazismo, Hitler e a Igreja protestante. Os artigos vêm com diversas imagens documentais, para mim inéditas e chocantes.

Sinceramente, não tenho gasto muito tempo estudando protestantismo, devido a assuntos mais sérios e importantes, mas sempre que começo a achar que as «surpresas» se esgotaram nesse campo, sou novamente surpreendido por algum fato «novo».

Acho que descobri um método para revelar esse absurdos ou contradições protestantes: tudo que eles protestam contra a Igreja Católica, fatalmente já fizeram, estão fazendo ou vão fazer em breve eles mesmos.

FriedrichCoch

O Bispo luterano de Dresden, Friedrich Coch (foto), é um dos principais lideres dos “Deutsche Christen” na Saxónia. Era consultor do NSDAP (partido nazista) para assuntos da Igreja desde 1932, foi eleito para o cargo de Bispo do estado no ” Sínodo Marrom “,em Agosto de 1933. Esta corrente dentro da Igreja Protestante representava 30% dos fiéis nos anos 30 e pretendia criar uma síntese de cristianismo e do nazismo.

Repasso os links diretos para os referidos textos e documentos (imagens surpreendentes!):

http://pioxiicaluniado.blogspot.com/2009_05_14_archive.html

http://pioxiicaluniado.blogspot.com/2009_05_16_archive.html

http://pioxiicaluniado.blogspot.com/2009_05_17_archive.html

Fiquei mesmo interessado em ler mais a respeito deste assunto específico, pois fiquei mais uma vez surpreendido com a hipocrisia e a desinformação de muitos protestantes brasileiros. Caso alguém tenha material nesse sentido, por favor, enviem para mim.

Segundo o arcebispo Brugues, secretário da Congregação para a Educação

Por Isabel Margarita Lecaros

SANTIAGO, sexta-feira, 5 de junho de 2009 (ZENIT.org).- O humanismo cristão não é um curso opcional para as universidades católicas, é seu valor agregado a cada disciplina, considera o secretário da Congregação para a Educação Católica, arcebispo Jean-Louis Brugues O.P., em um documento do último número da Revista Humanitas (www.humanitas.cl).

O texto, que recolhe uma conferência do prelado francês pronunciada ao visitar a Pontifícia Universidade Católica do Chile, apresenta a essência de toda universidade que se considera e qualifica como católica.

Diante da atual tendência à fragmentação e à falta de comunicação entre as disciplinas ensinadas nas escolas, o arcebispo recorda o convite de Bento XVI a “redescobrir a unidade do conhecimento”.

Aduz, a respeito disso, que “corresponde às nossas universidades despertar esta ‘razão aberta’ da qual falamos e, em consequência, abrir ao humanismo cristão todas as disciplinas ensinadas”.

“Tal humanismo não se apresenta como uma simples opção para os que lecionam ou para os estudantes, mas como uma ardente obrigação. Além disso, ninguém obriga um professor a lecionar em uma universidade católica; tampouco, ninguém obriga um jovem a matricular-se em uma universidade católica: fazê-lo corresponde a assinar um acordo de ordem moral, segundo o qual uns e outros se comprometem nesta perspectiva.”

Recordando que “a verdade não pode caminhar sem o amor”, em palavras de Bento XVI, Dom Brugues convoca as universidades para serem “um testemunho de comunidade educativa”, evitando o desmembramento das relações.

“Para um cristão, a universidade é, ao mesmo tempo, um lugar de busca e transmissão da verdade e um lugar de encontro. Neste novo humanismo, deve-se realizar uma configuração inédita das relações entre professores e estudantes.”

Exorta as universidades a serem um testemunho de fé: “em primeiro lugar, a Igreja deseja que haja dentro das universidades, sejam católicas ou públicas, centros de confissão da fé, que envolvam os que lecionam e os estudantes. Este papel pertence às diversas capelanias universitárias”.

Neste sentido, acrescenta: “A Igreja está em seu direito de esperar da parte dos responsáveis da universidade católica um testemunho pessoal de compromisso na vida eclesial. Aceitando seu cargo, um reitor e um docente aceitam participar, na universidade ou no lugar em que se encontrem, da pastoral da Igreja”.

“A Igreja espera de suas universidades que estimulem o saber dar razão da cultura cristã e que a façam presente, de maneira ativa e criativa, na construção da cultura do país.”

O secretário da Congregação para a Educação conclui sua exposição recordando que em agosto de 2010 se completam 20 anos desde a promulgação da constituição apostólica Ex corde Ecclesiae, o que equivale ao espaço de uma geração.

Segundo o prelado, é então o momento de convidar as universidades das diversas regiões linguísticas a realizarem, em conjunto com a Congregação, uma atualização desse texto fundamental, alentando-as assim a desenvolverem suas ideias e propostas.

J991089

A SANTA REGRA NA VIDA DO OBLATO

(Nossa reunião de 16/08/1981) por Dom Estêvão Bettencourt OSB

Sabemos que a Regra de São Bento foi escrita no século VI, fazendo eco a fontes anteriores; está bem arraigada no contexto cultural dos primeiros séculos da Igreja[1]. Daí a pergunta: que sentido tem a Santa Regra para os nossos tempos e, essencialmente, para os oblatos de nossos dias? Com efeito, dificilmente pode a Santa Regra ser tomada ao pé da letra, pois prescreve não tomar banho, dormir com a roupa do dia, usar de disciplina corporal ou pancadas de castigo…

A resposta a tal pergunta há de partir da distinção entre letra e espírito. A Santa Regra tem sua letra que é expressão de um espírito ou de uma mentalidade; esse espírito pôde assumir expressões diversas através dos tempos ou de acordo com as sucessivas fases da cultura humana, sem se trair nem deteriorar. Importa, pois, não nos prendermos decisivamente a certas expressões da letra da Santa Regra, mas, antes, procurarmos sondar com muita clareza e profundidade o seu espírito.

O ESPÍRITO DA SANTA REGRA

São Bento mesmo nos diria que não intencionava seguir outra Regra senão o próprio Evangelho. Este, afinal, vem a ser a Regra das Regras, como deduzimos do Prólogo da Santa Regra: “guiados pelo Evangelho sigamos as pegadas daquele que nos chamou ao ser Reino” (v. 54) ou ainda: “A Escritura nos desperta dizendo-nos: ‘É hora de nos levantarmos do sono’ (Rm 13,11)” (v. 32). Aliás, o decreto do Concílio do Vaticano II sobre a Vida Religiosa nos lembra: “O seguimento de Cristo proposto no Evangelho, norma última da Vida Religiosa, seja para todos os institutos a regra suprema, (Perfectae Caritatis 2). Com outras palavras ainda: o Espírito Santo é o Mestre para o qual o Evangelho e qualquer Regra querem despertar os fiéis; ora São Bento respeita profundamente o Espírito ao escrever, por exemplo: “Cada qual recebe de Deus um dom particular, este de um modo, aquele de outro (1Cor 7,7); por isto é com algum escrúpulo que estabelecemos a medida para a alimentação, de outros” (c. 40, 1-2). Pensemos também no respeito com que São Bento considera a vida eremítica (c. 1, vv 3-5).

Notemos, outrossim, que os grandes fundadores de famílias religiosas se converteram decisivamente ao ouvirem palavras do Evangelho; Santo Antão (+356), por exemplo, e São Francisco de Assis (+1226) sentiram-se seriamente interpelados pela exortação de Cristo: “Se querer ser perfeito, vai, vende os teus bens e dá aos pobres… Depois vem e segue-me” (Mt 19,21). Quanto a Santo Agostinho (+430), moveram-no os dizeres do Apóstolo em Rm 13, 11-14: “Chegou a hora de acordar… A noite avançou e o dia se aproxima. Portanto deixemos a obra das trevas e vistamos a armadura da luz. Como de dia, andemos decentemente, não em orgias e bebedeiras, nem em devassidão e libertinagens…”.

Ora podemos dizer que o espírito inspirador do Evangelho é o da doação generosa e radical do cristão a Cristo. Essa radicalidade do Evangelho aparece, por exemplo, no sermão da montanha (Mt 5-7), onde o Senhor nos diz que o cristão diante de Deus não pode reivindicar para si nem olho nem mão nem túnica nem a própria face… O Senhor pode pedir a seus discípulos que renuncie a qualquer dos seus direitos mais legítimos para não perder o Reino dos Céus. No episódio de Mt 19-10-12, Jesus nos lembra que um cristão pode ser chamado a renunciar à vida conjugal (caso esta tenha fracassado uma vez) para não ferir a Lei de Deus. Assim o cristão, mesmo vivendo no século e em família, é chamado por efeito do seu Batismo a uma disponibilidade total e radical nas mãos de Deus; se ele hoje tem algo de legitimamente seu, saiba que amanhã o Senhor lho poderá pedir sem que ele tenha o direito de se fechar em sua “posse legítima”. A radicalidade de atitudes interiores vem a ser a característica de quem busca coerentemente o Absoluto; este não admite méis-medidas.

Pois bem: a Santa Regra não pretende senão levar a viver a radicalidade do Evangelho em moldes concebidos por N. P. S. Bento dentro do contexto eclesial e cultural de sua época (Século VI). O próprio São Bento previu a possibilidade de se adaptarem as normas da Regra a novas e novas circunstâncias históricas: lembremos, por exemplo, o que o Santo Legislador dispõe a respeito dos salmos e da sua distribuição no Ofício Divino (Regra, c.18, v.23), no tocante ao tipo de roupa e hábito dos monges (Regra, c.55, v. 1-4), com respeito à medida cotidiana de vinho (Regra, c.40,8)… O grande princípio adotado por São Bento é que “se devem temperar todas as coisas de modo que os fortes ainda possam desejar mais e os fracos não se afastem temerosos ou acovardados (c.64,19). Ao Abade toca precisamente a árdua tarefa de tudo equilibrar de modo a poder atender às necessidades e aos temperamentos de uns e outros (c.2, 12.25.31).

Esta flexibilidade está no âmago da Santa Regra, embora São Bento proclame o valor da conformidade a um modelo objetivo de observância: “Em tudo sigam todos a Regra como mestra, nem dela se desvie alguém temerariamente” (3,7). Observa-se que São Bento procura não atrofiar a liberdade espiritual  por uma legislação demasiado minuciosa; evita prever todas as possíveis contingências esforçando-se, antes, por educar as consciências dos monges e do Abade para que vejam, à luz de Deus, o que cada momento significa e exige. É este princípio de flexibilidade responsável que constitui o segredo da durabilidade da Santa Regra, permitindo-lhe atravessar quase quinze séculos de história muito diversificada sem perder a sua atualidade e o seu vigor. É de notar que nenhum outro legislador monástico posterior tomou o lugar de São Bento, como São Bento tomou o lugar dos anteriores.

Guardemos, pois, através dos moldes de civilização e da cultura contemporâneas, o espírito da Santa Regra, que é o do próprio Evangelho: o espírito de radicalidade ou de entrega incondicional ao Senhor – Esta entrega implica, antes do mais, conversão.

CONVERSÃO

Na Santa Regra não encontramos propriamente o termo Conversão, conversio, mas, sim, conversatio. Apesar das hesitações dos críticos e dos gramáticos, deve-se ler conversatio no c.58,17: “No oratório, diante de todos, prometa… a conversão de seus costumes”.

Que significa tal expressão?

Conversatio, em latim, vem a ser modo de vida. A conversatio morum que o candidato ao mosteiro (e todo oblato secular) promete, há de ser a própria vida monástica ou a aquisição de costumes monásticos, a procura das virtudes monásticas. O fim do Prólogo da Santa Regra ilustra bem o que seja a conversatio; com efeito, São Bento promete instituir uma escola onde se aprendam a extirpação dos vícios e o crescimento no amor. “Devemos constituir uma escola de serviço ao Senhor… para a emenda dos vícios e a conservação da caridade” (vv. 45-47). Com outras palavras, São Bento quer ajudar seus filhos a passar dos vícios ao amor; o Santo Legislador supõe os seus candidatos afastados do Senhor pela desobediência e dispostos a retornar a Ele pela obediência (prólogo v.2). Em conseqüência, a vida monástica ou a conversatio vem a ser conversio ou conversão. Assim se explica que na tradição monástica freqüentemente se tenha identificado conversatio com conversio.

A conversão é designada no Evangelho pelo termo grego metanoia. Esta implica, antes do mais, mudança de mente, reescalonamento dos valores, em conseqüência do que há mudança de comportamento exterior ou de vida. Quem se converte, procura aderir intimamente a Cristo, identificando-se com o Senhor em seu pensar e em seu agir.

Em última análise, a conversão significa assimilar, teórica e praticamente, o sermão das bem-aventuranças evangélicas (Mt 5,3-12), com tudo o que estas têm de aparentemente absurdo ou ilógico; consiste em descobrir valores onde a razão natural não os perceberia; isto equivale ainda a estar aberto para a irrupção do Reino ou estar disponível para os imprevisíveis de Deus. Este costuma intervir na vida dos seus e pedir-lhes o que lhes deu, como pediu a Abraão o filho que gratuitamente lhe havia concedido. Quem está convertido, quem mudou de mentalidade, quem vive a conversatio da Santa Regra…, esteja pronto a dizer SIM a tais apelos de Deus!

E, se tiver esta disponibilidade radical, viverá num quadro de vida correspondente, sinal de conversão interior.

Estêvão Bettencourt OSB

EM COMUNHÃO Nº 41 – SETEMBRO-OUTUBRO/ 1981

ABADIA “NULLIUS” DE NOSSA SENHORA DO MONSERRATE – Rio de Janeiro.

NOTAS:


[1] Tem-se discutido a questão do autor da Regra atribuída a São Bento. Este terá utilizado e adaptado o texto da Regra do Mestre, dando a este as características e a expressão próprias do Patriarca São Bento, de modo que, apesar das dependências do texto, se pode falar de Regra de São Bento.

educacao-sexual-amorEducação Sexual – Introdução

Considerei publicar esse trabalho no blog devido à ênfase dada ao assunto na mídia de massa, formadora de opinião. Fala-se muito dos efeitos e geralmente tenta-se, seja por ignorância, seja por interesses escusos, desconsiderar as causas do problema. Este assunto tão relevante – diria de fundamental e estratégica importância -, a educação sexual, vem sendo tratado com extrema irresponsabilidade pelos órgãos orientadores dos meios de educação; órgãos os quais pretendem, inclusive, estabelecer normas de conduta para os professores, regulando-os de acordo com interesses políticos, veiculados através de uma sutil, porém incansável manipulação sócio-cultural, visando instaurar, por exemplo, a Ideologia do Gênero, assim como outras ideologias deformadoras a alienantes.

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Educação Sexual – Parte I

A reação entre a vida e a sexualidade é um fato indiscutível, tanto que a origem de qualquer ser vivo é sempre referida, de um modo ou de outro, à conduta sexual dos seus predecessores. Seria, portanto, pouco correto falar aqui de educação sexual sem fazer referência explícita ao ser ao qual a sexualidade se refere.

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padre fábio de meloSe o padre Fábio de Melo se limitasse a cantar, teríamos dos males o menor. Infelizmente, com o passar dos dias, o que acontece é que ficamos cada vez mais horrorizados e até mesmo surpreendidos ao extremo ao ouvir as loucuras teológicas que o cantor bem asseado dispara com a sua voz mansa e aveludada nos meios de comunicação.

Rondam o absurdo algumas de suas declarações. No programa do Jô Soares que foi ao ar no dia 21 de maio de 2009, aos 10:45 minutos, o cantor teve a ousadia de afirmar…

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burriceFoto: futura formatura de um dos católicos traidores de Notre Dame. (Adicionada por mim)

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Fala Patrick Reilly, presidente da sociedade Cardeal Newman

MANASSAS, EUA, sexta-feira, 22 de maio de 2009 (ZENIT.org).- A controvérsia pelo prêmio a Barack Obama da Universidade de Notre Dame, nos Estados Unidos, pode ser também uma oportunidade para renovar a identidade da educação superior católica em seu ser e missão.

É a opinião, compartilhada com Zenit, de Patrick Reilly, presidente da sociedade Cardeal Newman, organização que busca renovar e fortalecer a identidade das universidades católicas desse país.

No ano passado, esta associação publicou a “Guia de Newman para escolher uma Universidade católica” (TheNewmanGuide.com), com o fim de orientar os estudantes sobre os institutos de educação superior que são fiéis ao sentido da educação católica e à constituição apostólica Ex corde ecclesiae, de João Paulo II , sobre a identidade e missão das universidades católicas.

Reilly se refere à controvérsia ocorrida no domingo passado na universidade católica de Notre Dame, situada no estado de Indiana, uma das mais prestigiosas dos Estados Unidos.

Notre Dame prestou homenagem ao presidente Obama, outorgando-lhe o título de doutor honoris causa em direito, apesar de que em sua vida política, antes e depois de se tornar presidente, votou e aplicou políticas contra a vida humana, como a promoção do aborto, inclusive em fases muito avançadas de gestação, a pesquisa com células-tronco embrionárias e os programas de planejamento familiar nos Estados Unidos.

As reações não se fizeram esperar. Mais de 367 mil católicos assinaram um pedido para pedir que as universidades católicas façam valer sua identidade. Fizeram isso no site NotreDameScandal.com.

A embaixadora dos Estados Unidos na Santa Sé, Mary Ann Glendon, que recebeu na mesma instituição aLaetare Medal, decidiu declinar desta honra para não compartilhar com um líder abortista.

Também vários grupos de estudantes desta instituição organizaram reuniões, jornadas de oração e missas, assim como cerimônias alternativas para seus egressos.

Uma oportunidade para a universidade católica

Patrick Reilly assegura que prefere chamar esta manifestação de “uma resposta católica”, e não “pró-vida”, porque esta segunda expressão pareceria descrever uma posição política.

Destacou que “para os bispos e para a sociedade Cardeal Newman, este não é um protesto contra o presidente. É mais um protesto à desobediência de Notre Dame e à sua traição aos valores católicos”.

Indicou que, não obstante a crise que Notre Dame sofre como universidade católica, “como cristãos, temos de ver o Plano de Deus em tudo. Nós compartilhamos uma fé eucarística; é através da traição de Judas na Paixão que Cristo ressuscitou. A Igreja não é alheia ao sofrimento e à traição desde dentro”.

“Estes fatos trazem a verdade à luz, em uma cultura que prefere evitá-la. No contexto do poder político e do prestígio do mundo, a Igreja perdeu esta batalha; os educadores laicistas e a política esquerda celebraram esta pequena vitória. Mas esta vitória, à luz da fé, é uma ilusão”, disse.

Indicou também que os frutos deste escândalo fazem ver “o extraordinário testemunho dos bispos e de católicos leigos que chamaram a atenção diante da falta de identidade católica em muitas universidades e institutos nos Estados Unidos”.

Os novos desafios

Contudo, Reilly advertiu que o debate ainda não terminou: “suspeito que a controvérsia esteja só crescendo e que os laicistas na educação católica americana continuarão sua luta prolongada contra a Igreja. Eles não veem nenhum papel útil para os bispos e para a teologia católica ortodoxa na educação superior”.

Mesmo assim, o presidente da sociedade Cardeal Newman vê sinais de esperança: “O Espírito Santo está trabalhando na Igreja nos Estados Unidos e o Vaticano e os bispos estabeleceram uma direção clara para a educação católica”.

“Não tenho dúvida de que o futuro é brilhante e as instituições católicas estarão cada vez mais atentas às suas propostas essenciais sobre como levar as pessoas jovens a Cristo”, disse.

“O Papa Bento XVI claramente estabeleceu uma autêntica versão sobre a liberdade acadêmica para todos nós, em seu discurso aos diretores de universidades católicas, que nos dirigiu quando visitou os Estados Unidos no ano passado. O Santo Padre vinculou a crise da verdade no campus católico com a crise da fé. Isso é o que está no núcleo do problema da educação superior católica”, afirmou.

Assegurou também que a verdadeira esperança da educação superior católica “se encontra na visão de futuro, fiel à atividade das melhores instituições católicas e individuais dentro de universidades como Notre Dame, que está trabalhando pela renovação da identidade católica”.

Plenamente católica sem meias palavras. Esta é a aproximação da educação superior católica que o Papa Bento XVI propôs e exatamente o que Notre Dame não fez, honrando o presidente Obama”, conclui.

Recei por email e resolvi postar aqui.

Se não tiver «estômago», por favor, não assista!

ditadura relativistaA cada dia que passa, mais uma surpresa surge diante de meus olhos, mas a freqüência com que isso tem ocorrido é o que mais me assusta. É uma enxurrada de absurdos e imposições assiduamente ligadas à sexualidade e, principalmente, no que diz respeito… 

ditaduraPode-se ler no documento da SEF, Orientação Sexual, como sorrateiramente vão instruindo sobre a instalação da Ideologia do Gênero nas escolas. Por conta disso, e necessariamente, estão abolindo a diferença natural entre os sexos. Agradeço ao…

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13 de maio

Nossa Senhora de Fátima (1917)

Nesse dia realizou-se a primeira das seis aparições da Virgem

aos privilegiados videntes Lúcia, Francisco e Jacinta.

Nossa Senhora do Rosário de Fátima,

Rogai por nós!

SANTOS: OBRAS-PRIMAS DO ESPÍRITO SANTO

Autor: Prof. Daniel André

A Igreja é “a casa da santidade”
(João Paulo II, Acta Apostolicae Sedis, vol. XCIV, 3 de Maio de 2002, n. 5).

05beaunA sociedade atual despreza a santidade, ama o vício. É escrava das paixões, inimiga da santidade. A árvore má do protestantismo também rejeita os santos. Desdenha, pois sua árvore má não dá bons frutos, é estéril.

Sabemos que os católicos progressistas também perderam todo interesse pelos santos, e não raras vezes dão mostras de uma hostilidade cheia de ressentimentos para com eles, adoram os revolucionários. Os católicos de estatística do IBGE também não ligam para que é santo, tomam superstições por coisas santas, e só vão às festas dos santos para diversão. Nada de imitar as virtudes dos santos. Nada de santidade.

Na verdade, tais coisas são apenas mais um dos sintomas de decadência espiritual e de perda do senso do sobrenatural que se difundiu na sociedade contemporânea e atingiu os católicos.

Para muitos fiéis, incluindo parte considerável do clero, as atividades humanitárias e sociais exercem maior atração do que a santidade. Tornaram-se cegos à Luz de Cristo. Perderam o sentido cristão da existência. “Aquele que se preocupa mais com as prosperidades terrenas da humanidade que a sua santificação perdeu a visão Cristã do universo” disse Dietrich Von Hildebrand, e perderam mesmo. Não enxergam mais o mundo com olhos cristãos, vêem como pagãos. Esqueceram-se de que “qualquer santo glorifica mais a Deus do que todos os melhoramentos de bem-estar terrestres” (HILDEBRAND, Dietrich Von. Cavalo de Tróia na Cidade de Deus. Agir, p. 224).

Os santos são um lampejo da glória sobrenatural. Os santos são obras de arte do Espírito Santo. O Espírito Santo foi prometido à Igreja (João 14:16) e foi dado à Igreja (João 20:22 e Atos 1:4 e 2:1-4). Jesus afirmou que o mundo não podia receber o Espírito Santo: “Espírito da verdade, que o mundo não pode receber…” (João 14:17). E não recebeu mesmo. Quem recebeu foi a Igreja, a católica. Por isso, só encontramos santidade na Igreja católica. S. Basílio dizia: “Fora do Espírito, porém, não há santidade” (Tratado sobre o Espírito Santo, 15, 38). E o Espírito está na Igreja: “A Igreja é o local onde floresce o Espírito Santo” (S. Hipólito de Roma, Tradição Apostólica, III, 88,15).

A Igreja católica é a árvore boa que dá frutos de santidade. Os santos são frutos do Espírito: “substância inteligente, de poder infinito, grandeza ilimitada, fora do tempo e dos séculos, em nada ciosa de seus próprios bens. Para ele voltam-se todos os que anseiam pela santificação, para ele se dirigem os anelos dos que vivem segundo a virtude, quantos recebem o refrigério de seu sopro, e são amparados para alcançar o fim adequado a sua natureza. Aperfeiçoa os outros, enquanto ele mesmo de nada carece. Não é um ser que precise se refazer; ao contrário é provedor de vida. Não aumenta progressivamente, mas logo possui a plenitude; é consistente por si mesmo, está em toda parte. Origem da santificação, luz inteligível, concede por si mesmo certa iluminação a toda faculdade racional, a fim de que descubra a verdade. Inacessível por natureza, faz-se, contudo, inteligível, por bondade. Seu poder enche todas as coisas, mas somente se comunica aos que são dignos, não, porém, numa só medida, mas opera proporcionalmente a fé.” (São Basílio Magno, Tratado sobre Espírito Santo, 9, 22)

Pascal dizia que “para fazer de um homem um santo, só é necessária a Graça. Quem duvida disto não sabe o que é um santo, nem o que é um homem”. E é isso mesmo. Basta a graça de Deus (2Cor 12,9). E a graça que foi derramada na Igreja não ficou estéril, frutificou. Existem muitos santos na vida da Igreja, como muitas flores distintas num belo jardim: “No esplendor dos santos há, de fato muitas moradas junto do Pai (Jo 14,2), isto é, honras diversas.” (S. Basílio, Idem, c.15, 40).

“E não necessariamente é um grande santo aquele que possui carismas extraordinários. Efetivamente, existem numerosos deles cujos nomes só são conhecidos por Deus, porque na terra levaram uma existência aparentemente normalíssima. E em geral são queridos por Deus precisamente estes santos “normais”. (PAPA BENTO XVI, AUDIÊNCIA GERAL, 20 de Agosto de 2008)

A santidade não consiste em fazer coisas extraordinárias, senão em fazer coisas ordinárias, mas extraordinariamente bem feitas. (Cf. ZUBIRI, Xavier. El problema teologal. Alianza, p. 56)

Mas o mundo não compreende a santidade, como não compreende a Igreja. Para compreender a Igreja, é necessário conhecer os santos, que são o seu sinal e o seu fruto mais amadurecido e eloquente. Por isso, o mundo não conhece a Igreja, só conhece “mulheres melancias”, “Che-guevaras” , “Big-Brothers” e “Ronaldos”.

“Os santos são como faróis; eles indicaram aos homens as possibilidades de que o ser humano dispõe. Por isso, são interessantes também do ponto de vista cultural, independentemente da abordagem cultural, religiosa e de estudo com que nos aproximemos deles. Um grande filósofo francês do século XX, Henry Bergson, observou que “as maiores personagens da história não são os conquistadores, mas os santos”. (MARTINS, José Saraiva (cardeal). Congregação para as causas dos santos, O significado dos santos hoje num mundo em mudança)

O Papa Bento XVI na audiência geral de 20 de Agosto de 2008 citando Hans Urs von Balthasar escrevia belamente: “que os santos constituem o comentário mais importante ao Evangelho, uma sua atualização na vida quotidiana e, por conseguinte, representam para nós um verdadeiro caminho de acesso a Jesus. O escritor francês Jean Guitton descrevia-os “como as cores do espectro em relação à luz”, porque com as suas próprias tonalidades e matizes cada um deles reflete a luz da santidade de Deus.”

Eles são, como disse acima, lampejos da glória sobrenatural. São reflexos da Sagrada Humanidade de Cristo, obras-primas do Espírito Santo. Como dizia o cardeal Saraiva Martins :“Eles traduzem o divino no humano, o eterno no tempo”.

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