Fidei Depositium


Cristianofobia Europeia

Por José Cerca

in O Meu Mirante

O estranho caso da Agenda Europeia

Desde há vários anos que a Comissão Europeia publica uma Agenda que é distribuída gratuitamente aos alunos das escolas e colégios da União Europeia, atingindo a tiragem de mais de 3 milhões de exemplares.

Acontece que a edição deste ano causou estranheza e alguma revolta por nela figurarem as festas religiosas dos judeus, hindus, siks e muçulmanos, mas não haver nenhuma referência a qualquer festa cristã. A festa de Natal, por exemplo, entre outras festas cristãs e que acabou ainda recentemente de ser celebrada em todo o mundo, está simplesmente ausente nesta Agenda.

Esquecimento inaceitável

Mesmo conhecendo-se o importante papel da religião cristã na formação da Europa, e que tanto contribuiu, quer para a sua construção, quer para a sua unidade, o que é um facto histórico inegável e amplamente conhecido.

Mesmo sabendo-se que o cristianismo foi a primeira das religiões da Europa e que ele faz parte da história e da identidade da maior parte das nações europeias.

Mesmo sabendo-se isto tudo é incompreensível, revoltante e inaceitável este estranho «esquecimento», tanto mais que as festas cristãs, quer do Natal, quer da Páscoa estranhamente omitidas nesta agenda, são celebradas por toda a Europa por milhões de pessoas, muitas delas mesmo não cristãs.

Não há qualquer razão ou motivo válido para explicar esta ausência, mesmo assim exige-se uma explicação dos responsáveis para aquilo que não tem qualquer explicação possível.

Depois da aprovação europeia sobre a retirada dos crucifixos das escolas, depois da perseguição aos cristãos, um pouco por todo o mundo, o que levou  Bernard-Henri Lévy, intelectual francês a afirmar, ainda recentemente, que hoje os cristãos constituem à escala planetária “a comunidade mais constante, violenta e impunemente perseguida”.

Depois disto tudo, surge esta agenda a assinalar mais um condenável acto de cristianofobia, perante a incompreensível indiferença de quem não deveria permitir tão lamentável e provocatória discriminação.

José Cerca



Papa Pio XII e Papa João Paulo II Veneráveis
dezembro 19, 2009, 3:21 pm
Filed under: Diversos, Igreja Católica, Religião, Santidade, Vaticano

Sua Santidade o Papa Bento XVI nos deu dois presentes natalinos: mandou promulgar os decretos que reconhecem as virtudes heroicas dos Veneráveis Sevos de Deus Papa Pio XII e Papa João Paulo II.

Desde já aguardamos ansiosamente a beatificação dos dois maiores pontífices romanos do século XX.

Fonte: Santa Sé (Via OBLATVS )



Papa vai a Portugal como peregrino de Fátima

Pontífice visita Santuário no aniversário da beatificação dos pastorinhos Francisco e Jacinta

Virgem MariaFÁTIMA, terça-feira, 6 de outubro de 2009 (ZENIT.org).- Bento XVI visitará Portugal em 2010 “essencialmente como peregrino de Fátima”, no contexto da peregrinação aniversária dos dias 12 e 13 de maio ao santuário mariano, informou hoje em nota pastoral o Conselho Permanente da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP).

Ao reconhecer “um sentimento de júbilo e regozijo entre o nosso povo”, os bispos responsáveis da CEP assinalam que a visita é “a concretização de um desejo ansiosamente esperado, que muito nos honra e distingue”.

O episcopado agradece “de todo o coração” ao Santo Padre e afirma querer “corresponder a esta honra com aquele amor ao Papa que é uma dimensão profunda do catolicismo português”.

“A comunhão visível com o Sucessor de Pedro, fisicamente presente entre nós, será, mais uma vez, ocasião da expressão espontânea desse amor à sua pessoa, ao seu magistério e ao seu serviço universal e de fidelidade à Igreja”, destaca a nota pastoral da CEP.

Os bispos portugueses explicam que o Santo Padre irá ao país, “essencialmente, como peregrino de Fátima, onde encontrará uma expressão viva de todas as Igrejas de Portugal”.

A vinda do pontífice a Fátima coincide com o décimo aniversário da beatificação dos pastorinhos Francisco e Jacinta e com as comemorações do centenário do nascimento da Jacinta.

Todavia –reconhecem os responsáveis da CEP–, a viagem “projeta-se no horizonte mais amplo das suas peregrinações aos maiores santuários marianos espalhados pelo mundo, como grandes centros de evangelização”.

“Quando o Papa se faz peregrino, na qualidade de Pastor universal da Igreja, é toda a Igreja que peregrina com ele. Por isso, esta sua peregrinação reveste um grande significado pastoral, doutrinal e espiritual.”

Os bispos consideram que a visita do Santo Padre quer “encorajar o empenho constante e generoso na obra de evangelização, ajudando a passar de uma religiosidade tradicional a uma fé adulta e pensada”.

Uma fé “capaz de testemunho corajoso em privado e em público, que saiba enfrentar os desafios do secularismo e do relativismo doutrinal e ético, típicos do nosso tempo, que Bento XVI lembra frequentemente”.

O organismo episcopal português afirma que neste momento ainda não está definido o programa da visita papal. Na próxima assembleia dos bispos, em novembro, refletir-se-á sobre como prepará-la.

Mas desde já os bispos convidam todos os fiéis “a acolher o Santo Padre em verdade, como Sucessor de Pedro que vem confirmar os irmãos na fé, e com afeto e participação pessoal, unindo-nos em oração às suas intenções pela Igreja e pelos grandes anseios da humanidade”.

(Alexandre Ribeiro)



Aumentam as preocupações de saúde com anticoncepcionais
Pílulas que, literalmente, valem ouro.

Pílulas que "valem ouro".

Vejam como as empresas lidam com a saúde das mulheres e como os contraceptivos, ao invés de proporcionarem “liberdade”, acabam por escravizá-las sob risco de doenças gravíssimas que podem mesmo levar a morte.

Observem a maneira como o texto discorre sobre o assunto e como a questão primordial é sempre a imagem da empresa e do seu produto; como produzem campanhas publicitárias enganosas, as quais ampliam as “vantagens” e minimizam ou disfarçam os efeitos colaterais.

Natasha Singer

(The New York Times, via UOL)

Os contraceptivos orais Yaz e Yasmin são a linha farmacêutica mais vendida da Bayer HealthCare, em grande parte devido ao marketing que os apresenta como muito mais do que um método de prevenção de gravidez.

O Yaz, em particular, a pílula anticoncepcional que é sucesso de vendas nos Estados Unidos, deve muito de sua popularidade a campanhas publicitárias multimilionárias que a promovem como um tratamento de qualidade de vida, para combater a acne e depressão pré-menstrual severa.

O Yaz, o medicamento irmão mais novo do Yasmin, contém menos estrógeno. A linha apresentou vendas mundiais de cerca de US$ 1,8 bilhão no ano passado, com base no posicionamento bem-sucedido pela Bayer do Yasmin e Yaz como os medicamentos ideais para mulheres com menos de 35 anos.

Mas recentemente, a imagem da linha Yaz foi manchada por preocupações de alguns pesquisadores, defensores de saúde e advogados de querelantes. Eles dizem que as drogas deixam as mulheres com maior risco de coágulos sanguíneos, derrames e outros problemas de saúde do que outras pílulas anticoncepcionais.

Esses críticos, entretanto, estão enfrentando um grande estudo de saúde europeu, patrocinado pela Bayer, a gigante farmacêutica alemã, que relatou a conclusão oposta. O estudo financiado pela Bayer diz que os riscos cardiovasculares para as mulheres que tomam os produtos da Bayer são comparáveis aos daquelas que tomam as pílulas anticoncepcionais com fórmula antiga.

Mas os reguladores estão encontrando outros problemas na linha Yaz. A Food and Drug Administration (FDA, a agência reguladora de medicamentos e alimentos dos Estados Unidos) citou a Bayer neste ano por veicular comerciais de televisão enganosos e, no mês passado, por não seguir os procedimentos de controle de qualidade apropriados na fábrica que produz os hormônios ingredientes.

Em respostas por e-mail às perguntas da repórter, a unidade americana da empresa disse que suas drogas anticoncepcionais foram e continuam sendo amplamente estudadas e que a empresa garante sua segurança. A empresa também disse que respondeu às perguntas da FDA sobre as práticas de manufatura, que ela disse levar muito a sério.

Mas mesmo se a Bayer puder responder adequadamente à segurança e outras preocupações, alguns analistas da indústria dizem que a avalanche de críticas pode manchar a imagem da linha Yaz. Outros produtos da Bayer, como a droga Levitra, para disfunção erétil, e o sistema anticoncepcional intrauterino Mirena, geram bem menos lucro do que a linha de produtos Yaz.

“Para a Bayer, é de longe a marca que mais cresce e com maior margem“, disse Martin Brunninger, um analista do banco de investimento europeu Bryan, Garnier & Co., em uma entrevista por telefone de Londres, na quarta-feira. “Independente disso se tornar uma questão séria ou não, quando uma droga é estigmatizada em público, as pessoas simplesmente deixam de tomá-la.”

A Bayer disse que a empresa já enfrenta 74 processos impetrados por mulheres que dizem ter desenvolvido problemas de saúde após tomarem o Yaz ou o Yasmin. A empresa diz que pretende se defender vigorosamente contra os processos.

As questões de saúde e os processos podem abalar a confiança do consumidor, mas os alertas das autoridades federais de saúde sobre propaganda e controle de qualidade levantam dúvidas maiores a respeito da abordagem da Bayer para o cumprimento das regulamentações, disse Michael A. Santoro, um professor associado da Rutgers Business School, que estudou ética na indústria farmacêutica.

As pílulas anticoncepcionais funcionam alterando os níveis de hormônio das mulheres. Os pesquisadores há muito sabem que tomar pílulas anticoncepcionais com combinação de hormônios – estrógeno e progestógeno – pode aumentar o risco de derrame e coágulos sanguíneos nas pernas e pulmões. Isso ocorre porque o estrógeno exerce um papel na coagulação do sangue. De fato, desde a introdução dos contraceptivos orais nos anos 60, os laboratórios farmacêuticos reduziram enormemente as doses de estrógeno para reduzir o risco de trombose, o termo médico para coágulos sanguíneos.

Com pílulas com menor dose de estrógeno disponíveis, o debate em torno da segurança, que prosseguiu ao longo da última década, se concentrou se o tipo de progestógeno na fórmula também pode exercer um papel no risco de problemas cardiovasculares.

Em 2001, a FDA aprovou o Yasmin, que contém um novo progestógeno chamado drospirenona.

O Yaz, que contém drospirenona e uma dose menor de estrógeno, recebeu aprovação da agência em 2006. Para as mulheres à procura de anticoncepcional, o medicamento também é aprovado para tratamento de sintomas físicos e emocionais severos chamados de desordem disfórica pré-menstrual e acne moderada. Como a drospirenona pode aumentar os níveis de potássio no corpo, ela pode colocar as mulheres que apresentam problemas de fígado ou rim em risco de problemas cardíacos sérios, segundo o rótulo do remédio.

Estudos sobre a segurança de pílulas anticoncepcionais informaram resultados diferentes a respeito dos riscos dos progestógenos.

Um estudo de grande escala na Europa, patrocinado pela Bayer, informou que não havia diferença de risco de problemas cardiovasculares ou morte em mulheres que tomavam anticoncepcionais a base de drospirenona em comparação às mulheres que tomavam pílulas contendo levonorgestrel, um progestógeno usado desde os anos 70.

Mas dois outros estudos com mulheres dinamarquesas e holandesas, publicados no mês passado no “The British Medical Journal”, apontaram um maior risco de coágulos sanguíneos venosos em mulheres que tomavam os novos progestógenos, incluindo a drospirenona.

Os resultados dos novos estudos, conduzidos em populações europeias com fatores de risco genéticos específicos para coágulos sanguíneos, podem não se traduzir para uma população americana etnicamente mais diversa, disse o dr. David A. Grimes, um professor clínico de obstetrícia e ginecologia da escola de medicina da Universidade da Carolina do Norte. E mesmo se o aumento de risco informado for realista, ele disse, ele é minúsculo.

“Minha avaliação é de que um evento raro múltiplo ainda é um evento raro”, disse Grimes, que é um consultor pago da Bayer e de outros fabricantes de anticoncepcionais.

E tomar anticoncepcionais envolve riscos muito menores de coágulos sanguíneos do que engravidar e ter um bebê, ele disse.

Mas o dr. Frits R. Rosendaal, um professor de epidemiologia clínica do Centro Médico da Universidade de Leiden e um dos autores do estudo holandês, disse que vale a pena agir com base nos relatos de um maior risco -trocando as pílulas por aquelas contendo levonorgestrel.

Mesmo se o risco de trombose for baixo, por que não optar pelo menor risco, por garantia?” ele disse.

Uma porta-voz da FDA disse que a agência está revendo a segurança das pílulas anticoncepcionais com um estudo que busca identificar a incidência de coágulos sanguíneos, derrame e morte entre as usuárias do Yasmin e outros anticoncepcionais orais. A Bayer, enquanto isso, está conduzindo um estudo comparando a segurança do Yaz com o de outros anticoncepcionais.

Os advogados que estão processando a Bayer em nome de usuárias que alegam ter desenvolvido coágulos sanguíneos, problemas cardíacos e outros de saúde devido ao uso dos medicamentos, disseram que argumentarão que a empresa sabia ou devia saber que as pílulas levavam a um risco maior.

Uma das pessoas que estão processando é Anne Marie Eakins, professora em Grafton, Ohio, que desenvolveu coágulos sanguíneos em ambos os pulmões em 2007 e que, como resultado, ela disse, perdeu o uso de parte de seu pulmão direito. Ela costumava usar uma variedade de pílulas anticoncepcionais por mais de uma década, até começar a usar o Yaz em 2007.

“Para ser honesta, eu perguntei à minha médica sobre o Yaz, porque vi o comercial e ele mencionava que ajudava no controle dos sintomas menstruais e na acne, o que me atraiu bastante”, disse Eakins, 34 anos. “Eu não pensei que seria pior do que qualquer outra pílula.”

Como os rótulos do Yasmin e Yaz contêm alertas sobre o risco de efeitos colaterais, como coágulos sanguíneos e derrames, as querelantes podem ter dificuldade em vencer os casos com o argumento de que a empresa deveria ter apresentado alertas mais fortes. Mas, armados com as cartas de alerta da FDA para a Bayer, os advogados podem ter mais sucesso com o argumento de que a propaganda enganosa do Yaz estimulava as mulheres a tomarem o medicamento, portanto as expondo a riscos maiores do que teriam caso contrário.

Em outubro passado, a agência enviou para a Bayer uma carta de alerta, citando a empresa por veicular duas propagandas falsas e enganosas a respeito do Yaz. Segundo a carta, as propagandas exageravam a eficácia da droga, a promovendo para condições como síndrome pré-menstrual, para a qual a droga não é aprovada, e minimizavam os riscos sérios associados à droga. Em fevereiro, a Bayer concordou em gastar US$ 20 milhões em uma campanha publicitária corretiva, para corrigir a impressão errada criada pelos comerciais de televisão originais.

No mês passado, a agência enviou para a Bayer uma carta de alerta a respeito de outro problema -desvios nos padrões de controle de qualidade na fábrica na Alemanha que produz a drospirenona e outros hormônios usados nas pílulas anticoncepcionais da Bayer vendidas nos Estados Unidos. A carta dizia que a forma como a fábrica calculava a variabilidade nos ingredientes não atendia aos padrões americanos.

A Bayer disse que leva o assunto a sério. Manter boas práticas de manufatura e a segurança dos pacientes continua sendo uma alta prioridade na Bayer, disse a empresa em uma declaração.

Mas Santoro, da Rutgers Business School, disse que os laboratórios farmacêuticos devem estabelecer padrões mais elevados para si mesmos do que aqueles estabelecidos pela FDA.

Santoro disse a respeito da Bayer: “Isso me diz que ela não está entendendo a área de negócios na qual atua, que não está entendendo os riscos de saúde que está causando ao público ou o risco financeiro que está criando para seus acionistas”.

Tradução: George El Khouri Andolfato



Denúncia de Irregularidades nas Missas de Dourados

Chamo a atenção para o artigo que dá título a esta postagem, do blog Apologeta, onde são feitas denúncias corroboradas por fotos.

O que alguns padres vêm fazendo é, literalmente, uma pouca vergonha. Vendo as fotos do referido artigo, fico pensando: até quando alguns sacerdotes vão continuar querendo aparecer?

Não só tomo parte na denúncia acima, mas chamo a todos que vêem coisas semelhantes em suas paróquias, a que denunciem: fotografe, grave vídeos, escrevam em blogs, twitter, DENUNCIEM!

No Brasil só existem católicos frouxos, com raras exceções? Cadê a virilidade dos católicos deste país, que ficam vendo tudo e vergonhosamente se omitem?

Parabéns ao Fernando, do blog Apologeta!

Vejam as barbaridades denunciadas:

http://apologeta.blogspot.com/2009/09/fwd-denuncia-de-irregularidades-nas.html



Mulheres estão menos felizes do que nos anos 70

ter, 22/09/09

por Martha Mendonça | Revista Época

sadwomanUm estudo feito nos Estados Unidos, o General Social Survey, detectou que as mulheres estão mais tristes do que estavam há três décadas – e mais insatisfeitas com suas vidas do que os homens. Nos anos 70, quando começou a emancipação feminina, com entrada no mercado de trabalho, pílula anticoncepcional, liberdade sexual, elas se sentiram exultantes. Mas quanto mais conquistaram, mais responderam à pesquisa – que é feita desde 1972 – dizendo que estavam infelizes.

O assunto é o mais lido e comentado do site do New York Times, desde que a matéria Blue is the new Black foi publicada, na última sexta-feira. Leitores e leitoras não se cansam de enviar emails – alguns revoltados com a constatação. Outros reafirmando a ideia de que alguma coisa não vai bem no universo feminino. Os homens, ao contrário, de menos felizes há 30 anos, hoje se declaram mais satisfeitos com suas vidas do que as mulheres.

Quem analisou a pesquisa acredita que o resultado se deve a vários fatores: à complexidade biológica e hormonal das mulheres, somou-se as duplas e triplas jornadas a que elas se submetem e suas exigências de eficiência em todas as áreas. As mulheres têm mais demandas e cobram mais de si próprias. Se na década de 70 elas se cobravam em relação a beleza, filhos, jardins e jantares, agora elas se cobram em relação a beleza, filhos, jardins, jantares, trabalho, carreira, estudos, sexo, equilíbrio no casamento.

Pesquisador do Instituto Gallup e autor de livros sobre felicidade, Marcus Buckingham diz que as mulheres começam suas vidas mais seguras e satisfeitas do que os homens, mas, no que vão amadurecendo, vão ficando menos felizes. “As mulheres de hoje estão fazendo mais e sentindo menos”, afirma.

A matéria ressalta também a valorização da beleza e da juventude do nosso tempo, que afetam mais as mulheres do que os homens. Enquanto elas aumentam seu nível se estresse com cosméticos e tratamentos estéticos e cirúrgicos, os homens muitas vezes ficam mais atraentes com a maturidade. De acordo com o estudo, aos 39 anos as mulheres começam a ser menos felizes do que os homens com seus casamentos, aos 41 com suas finanças, e aos 44 com seus bens. A emancipação feminina também tirou das costas dos homens o peso da responsabilidade pelo sustento da família. Não sendo mais os únicos provedores, sentem-se mais livres e felizes.

Em seu blog no Huffington Post, a jornalista Arianna Huffington também analisa os dados da pesquisa. “Quando vemos o que ocorreu nestas últimas décadas, com as mulheres tendo mais liberdade, mais escolhas, mais oportunidades e mais dinheiro, temos que perguntar: o que está acontecendo?”

O resultado do estudo me lembrou de um post que coloquei aqui no blog (no blog de origem desta matéria) há não muito tempo, sobre como as mulheres americanas não gostam de seus empregos e gostariam de poder ficar apenas cuidando da casa.

Será que vai chegar o dia em que as mulheres vão amaldiçoar o feminismo?



São Justino escreve sobre a Eucaristia no século II

São Justino (100 -160), filósofo, mártir
Primeira Apologia, 67.66

«O verdadeiro pão descido do céu»: no século II, uma das primeiras descrições da eucaristia para além do Novo Testamento

Justino MártirNo dia a que chamamos dia do sol [domingo], nas cidades e nas aldeias todos os habitantes se reúnem num dado lugar. Lêem-se as memórias dos apóstolos e os escritos dos profetas segundo o tempo de que se dispõe. Quando a leitura termina, aquele que preside toma a palavra para chamar a atenção sobre os ensinamentos recebidos e para exortar ao seu seguimento. Depois levantamo-nos, e em conjunto apresentamos as intenções de oração. Seguidamente traz-se o pão, o vinho e a água. O presidente dirige ardentemente ao céu súplicas e acções de graças, e o povo responde com a aclamação «Amen!», uma palavra hebraica que quer dizer: «Assim seja».

Chamamos este alimento eucaristia, e ninguém o pode tomar se não acredita na verdade da nossa doutrina e se não recebeu o banho do baptismo para a remissão dos pecados e regeneração. Porque nós não tomamos este alimento como se toma um pão ou uma bebida vulgar. Do mesmo modo que, pela Palavra de Deus, Jesus Cristo nosso Salvador incarnou, tomando carne e sangue para nosssalvação, também o alimento consagrado pelas próprias palavras rezadas e, destinado a alimentar a nossa carne e o nosso sangue para nos transformar, este alimento é a carne e o sangue de Jesus incarnado: esta é a nossa doutrina. Ao apóstolos, nas memórias que nos deixaram, a que chamamos os evangelhos, transmitiram-nos a recomendação que Jesus lhes fez : Tomou o pão, abençoou e disso : «Fazei isto em minha memória; isto é o meu corpo». De igual modo tomou o cálice, abençoou-o e disse: «Isto é o meu sangue». E só lhos deu a eles (Mt 26,26s; 1Co 11,23s)… É no dia do sol que nos reunimos todos, porque este é o primeiro dia, aquele em que Deus para fazer o mundo separou a matéria das trevas, e ainda o dia em que Jesus Cristo nosso Salvador ressuscitou dos mortos.




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