Fidei Depositium


Papa Pio XII e Papa João Paulo II Veneráveis
dezembro 19, 2009, 3:21 pm
Filed under: Diversos, Igreja Católica, Religião, Santidade, Vaticano

Sua Santidade o Papa Bento XVI nos deu dois presentes natalinos: mandou promulgar os decretos que reconhecem as virtudes heroicas dos Veneráveis Sevos de Deus Papa Pio XII e Papa João Paulo II.

Desde já aguardamos ansiosamente a beatificação dos dois maiores pontífices romanos do século XX.

Fonte: Santa Sé (Via OBLATVS )

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Papa vai a Portugal como peregrino de Fátima

Pontífice visita Santuário no aniversário da beatificação dos pastorinhos Francisco e Jacinta

Virgem MariaFÁTIMA, terça-feira, 6 de outubro de 2009 (ZENIT.org).- Bento XVI visitará Portugal em 2010 “essencialmente como peregrino de Fátima”, no contexto da peregrinação aniversária dos dias 12 e 13 de maio ao santuário mariano, informou hoje em nota pastoral o Conselho Permanente da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP).

Ao reconhecer “um sentimento de júbilo e regozijo entre o nosso povo”, os bispos responsáveis da CEP assinalam que a visita é “a concretização de um desejo ansiosamente esperado, que muito nos honra e distingue”.

O episcopado agradece “de todo o coração” ao Santo Padre e afirma querer “corresponder a esta honra com aquele amor ao Papa que é uma dimensão profunda do catolicismo português”.

“A comunhão visível com o Sucessor de Pedro, fisicamente presente entre nós, será, mais uma vez, ocasião da expressão espontânea desse amor à sua pessoa, ao seu magistério e ao seu serviço universal e de fidelidade à Igreja”, destaca a nota pastoral da CEP.

Os bispos portugueses explicam que o Santo Padre irá ao país, “essencialmente, como peregrino de Fátima, onde encontrará uma expressão viva de todas as Igrejas de Portugal”.

A vinda do pontífice a Fátima coincide com o décimo aniversário da beatificação dos pastorinhos Francisco e Jacinta e com as comemorações do centenário do nascimento da Jacinta.

Todavia –reconhecem os responsáveis da CEP–, a viagem “projeta-se no horizonte mais amplo das suas peregrinações aos maiores santuários marianos espalhados pelo mundo, como grandes centros de evangelização”.

“Quando o Papa se faz peregrino, na qualidade de Pastor universal da Igreja, é toda a Igreja que peregrina com ele. Por isso, esta sua peregrinação reveste um grande significado pastoral, doutrinal e espiritual.”

Os bispos consideram que a visita do Santo Padre quer “encorajar o empenho constante e generoso na obra de evangelização, ajudando a passar de uma religiosidade tradicional a uma fé adulta e pensada”.

Uma fé “capaz de testemunho corajoso em privado e em público, que saiba enfrentar os desafios do secularismo e do relativismo doutrinal e ético, típicos do nosso tempo, que Bento XVI lembra frequentemente”.

O organismo episcopal português afirma que neste momento ainda não está definido o programa da visita papal. Na próxima assembleia dos bispos, em novembro, refletir-se-á sobre como prepará-la.

Mas desde já os bispos convidam todos os fiéis “a acolher o Santo Padre em verdade, como Sucessor de Pedro que vem confirmar os irmãos na fé, e com afeto e participação pessoal, unindo-nos em oração às suas intenções pela Igreja e pelos grandes anseios da humanidade”.

(Alexandre Ribeiro)



Catecismo: a Igreja é Una, Santa, Católica e Apostólica

Hoje em dia parece-me que alguns sacerdotes esqueceram do que aprenderam no Catecismo da Igreja e pregam uma doutrina contrária, quase como que apagando os limites que existem entre o Verdadeiro e o falso, entre o original e as “cópias” mal feitas da única Igreja de Cristo.

Sem contar com os produtores de seitas, aqueles que acham que têm poder em si mesmos para fundar uma cópia muito mal feita da Verdadeira Igreja de Cristo. Infelizmente, no Brasil, a cada esquina vemos um ou mais desses soberbos fundadores de seitas heréticas tentando infectar o Corpo de Cristo, como se isso fosse possível a míseros seres humanos arrogantes.

Muitos esquecem que o “diálogo” não anula a condição de heresia e muito menos deve promover a aceitação do erro.

Vale lembrar o que o Catecismo manda (ordena que seja aceito), isto é, o que a Igreja Católica ensina. Colo alguns trechos abaixo. Segue o link para o texto completo no fim da página.  (Os negritos são meus).

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A IGREJA É UNA, SANTA, CATÓLICA E APOSTÓLICA

compendium_title811. «Esta é a única Igreja de Cristo, que no Credo confessamos ser una, santa, católica e apostólica» (263). Estes quatro atributos, inseparavelmente ligados entre si (264) indicam traços essenciais da Igreja e da sua missão. A Igreja não os confere a si mesma; é Cristo que, pelo Espírito Santo, concede à sua Igreja que seja una, santa, católica e apostólica, e é ainda Ele que a chama a realizar cada uma destas qualidades.

I. A Igreja é una

«O SAGRADO MISTÉRIO DA UNIDADE DA IGREJA» (266)

813. A Igreja é una, graças à sua fonte: «O supremo modelo e princípio deste mistério é a unidade na Trindade das pessoas, dum só Deus, Pai e Filho no Espírito Santo» (267). A Igreja é una graças ao seu fundador: «O próprio Filho encarnado […] reconciliou todos os homens com Deus pela sua Cruz, restabelecendo a unidade de todos num só povo e num só Corpo» (268). A Igreja é una graças à sua «alma»: «O Espírito Santo que habita nos crentes e que enche e rege toda a Igreja, realiza esta admirável comunhão dos fiéis e une-os todos tão intimamente em Cristo que é o princípio da unidade da Igreja» (269). Pertence, pois, à própria essência da Igreja que ela seja una:

815. Quais são os vínculos da unidade? «Acima de tudo, a caridade, que é o vínculo da perfeição» (Cl 3, 14). Mas a unidade da Igreja peregrina é assegurada também por laços visíveis de comunhão:

– a profissão duma só fé, recebida dos Apóstolos;
– a celebração comum do culto divino, sobretudo dos sacramentos;
– a sucessão apostólica pelo sacramento da Ordem, que mantém a concórdia fraterna da família de Deus (272).

816. «A única Igreja de Cristo […] é aquela que o nosso Salvador, depois da ressurreição, entregou a Pedro, com o encargo de a apascentar, confiando também a ele e aos outros apóstolos a sua difusão e governo […]. Esta Igreja, constituída e organizada neste mundo como uma sociedade, subsiste (subsistit in) na Igreja Católica, governada pelo sucessor de Pedro e pelos bispos em comunhão com ele» (273).

O decreto do II Concílio do Vaticano sobre o Ecumenismo explicita: «Com efeito, só pela Igreja Católica de Cristo, que é “meio geral de salvação”, é que se pode obter toda a plenitude dos meios de salvação. Na verdade, foi apenas ao colégio apostólico, de que Pedro é o chefe, que, segundo a nossa fé, o Senhor confiou todas as riquezas da nova Aliança, a fim de constituir na terra um só Corpo de Cristo, ao qual é necessário que sejam plenamente incorporados todos os que, de certo modo, pertencem já ao povo de Deus» (274).

817. De facto, «nesta Igreja de Deus una e única, já desde os primórdios surgiram algumas cisões, que o Apóstolo censura asperamente como condenáveis. Nos séculos posteriores, porém, surgiram dissensões mais amplas. Importantes comunidades separaram-se da plena comunhão da Igreja Católica, às vezes por culpa dos homens duma e doutra parte» (275). As rupturas que ferem a unidade do Corpo de Cristo (a saber: a heresia, a apostasia e o cisma) (276) devem-se aos pecados dos homens:

«Ubi peccata, ibi est multitudo, ibi schismata, ibi haereses, ibi discussiones. Ubi autem virtus, ibi singularitas, ibi unio, ex quo omnium credentium erat cor unum et anima una — Onde há pecados, aí se encontra a multiplicidade, o cisma, a heresia, o conflito. Mas onde há virtude, aí se encontra a unicidade e aquela união que faz com que todos os crentes tenham um só coração e uma só alma» (277).

819. Além disso, existem fora das fronteiras visíveis da Igreja Católica, «muitos elementos de santificação e de verdade» (279): «a Palavra de Deus escrita, a vida da graça, a fé, a esperança e a caridade, outros dons interiores do Espírito Santo e outros elementos visíveis» (280). O Espírito de Cristo serve-Se destas Igrejas e comunidades eclesiais como meios de salvação, cuja força vem da plenitude da graça e da verdade que Cristo confiou à Igreja Católica. Todos estes bens provêm de Cristo e a Ele conduzem (281) e por si mesmos reclamam «a unidade católica» (282).

A CAMINHO DA UNIDADE

820. A unidade, «Cristo a concedeu à sua Igreja desde o princípio. Nós cremos que ela subsiste, sem possibilidade de ser perdida, na Igreja Católica, e esperamos que cresça de dia para dia até à consumação dos séculos» (283). Cristo dá sempre à sua Igreja o dom da unidade. Mas a Igreja deve orar e trabalhar constantemente para manter, reforçar e aperfeiçoar a unidade que Cristo quer para ela. Foi por esta intenção que Jesus orou na hora da sua paixão e não cessa de orar ao Pai pela unidade dos seus discípulos: «…Que todos sejam um. Como Tu, ó Pai, és um em Mim e Eu em Ti, assim também eles sejam um em Nós, para que o mundo creia que Tu Me enviaste» (Jo 17, 21). O desejo de recuperar a unidade de todos os cristãos é um dom de Cristo e um apelo do Espírito Santo (284).

FONTE



Liturgia e Breviário no iPhone

CIDADE DO VATICANO, terça-feira, 17 de fevereiro de 2009 (ZENIT.org).

Agora é possível acompanhar e rezar tanto a liturgia como o breviário no iPhone ou no iPod Touch, graças à aplicação iBreviary.

Trata-se da primeira aplicação católica projetada para o iPhone que recebeu o alento do Conselho Pontifício para as Comunidades Sociais.

O iBreviary também estará disponível para a plataforma Symbian, e em breve será utilizável em telefones Nokia, Samsung etc. Também se programará uma versão para o Windows Mobile.

Pode-se encontrar todas as informações sobre o iBreviary e seu download no site:

www.ibreviary.com.