Fidei Depositium


Protestantes em defesa de Maria, mãe de Deus, sempre virgem

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As citações abaixo, feitas por Lutero e Calvino, reais fundadores do Protestantismo, e outros teólogos sérios, denotam o verdadeiro respeito, carinho e amor que todo cristão deve nutrir pela Mãe de Jesus:

“Quem são todas as mulheres, servos, senhores, príncipes, reis, monarcas da Terra comparados com a Virgem Maria que, nascida de descendência real (descendente do rei Davi) é, além disso, Mãe de Deus, a mulher mais sublime da Terra? Ela é, na cristandade inteira, o mais nobre tesouro depois de Cristo, a quem nunca poderemos exaltar bastante (nunca poderemos exaltar o suficiente), a mais nobre imperatriz e rainha, exaltada e bendita acima de toda a nobreza, com sabedoria e santidade.”

(Martinho Lutero, “Comentário do Magnificat”, cf. escritora evangélica M. Basilea Schlink, revista “Jesus vive e é o Senhor”).

“Por justiça teria sido necessário encomendar-lhe [para Maria] um carro de ouro e conduzi-la com quatro mil cavalos, tocando a trombeta diante da carruagem, anunciando: ‘Aqui viaja a mulher bendita entre todas as mulheres, a soberana de todo o gênero humano‘. Mas tudo isso foi silenciado; a pobre jovenzinha segue a pé, por um caminho tão longo e, apesar disso, é de fato a Mãe de Deus. Por isso não nos deveríamos admirar, se todos os montes tivessem pulado e dançado de alegria.”

(idem, cf. escritora evangélica M. Basilea Schlink, revista “Pergunte e Responderemos” nº 429).

“Ser Mãe de Deus é uma prerrogativa tão alta, coisa tão imensa, que supera todo e qualquer intelecto. Daí lhe advém toda a honra e a alegria e isso faz com que ela seja uma única pessoa em todo o mundo, superior a quantas existiam e que não tem igual na excelência de ter com o Pai Celeste um filhinho comum. Nestas palavras, portanto, está contida toda a honra de Maria. Ninguém poderia pregar em seu louvor coisas mais magníficas, mesmo que possuísse tantas línguas quantas são na terra as flores e folhas nos campos, nos céus as estrelas e no mar os grãos de areia.”

(idem, cf. escritora evangélica M. Basilea Schlink, revista “Jesus vive e é o Senhor”)

“Peçamos a Deus que nos faça compreender bem as palavras do Magnificat… Oxalá Cristo nos conceda esta graça por intercessão de sua Santa Mãe! Amém.

(Martinho Lutero, “Comentário do Magnificat”).

“O Filho de Deus fez-se homem, de modo a ser concebido do Espírito Santo sem o auxílio de varão e a nascer de Maria pura, santa e sempre virgem.

(Martinho Lutero, “Artigos da Doutrina Cristã”)

“Maria é digna de suprema honra na maior medida.”

“Um só Cristo, verdadeiro Deus e verdadeiro homem, nascido da Virgem Maria.”

(“Apologia da Confissão de Fé de Augsburg“, art. IX).

“Não podemos reconhecer as bênçãos que nos trouxe Jesus, sem reconhecer ao mesmo tempo quão imensamente Deus honrou e enriqueceu Maria, ao escolhê-la para Mãe de Deus.”

(João Calvino, Comm. Sur l’Harm. Evang.,20)

“Firmemente creio, segundo as palavras do Evangelho, que Maria, como virgem pura, nos gerou o Filho de Deus e que, tanto no parto quanto após o parto, permaneceu virgem pura e íntegra.”

(Zwinglio, em “Corpus Reformatorum”)

“Creio que [Jesus] foi feito homem, unindo a natureza humana à divina em uma só pessoa; sendo concebido pela obra singular do Espírito Santo, nascido da abençoada Virgem Maria que, tanto antes como depois de dá-lo à luz, continuou virgem pura e imaculada.”

(John Wesley, fundadador da Igreja Metodista, em carta dirigida a um católico em 18.07.1749)

“Ao ler estas palavras de Martinho Lutero [em "Comentário do Magnificat"], que até o fim de sua vida honrava a mãe de Jesus, que santificava as festas de Maria e diariamente cantava o Magnificat, se percebe quão longe nós geralmente nos distanciamos da correta atitude para com ela, como Martinho Lutero nos ensina, baseando-se na Sagrada Escritura. Quão profundamente todos nós, evangélicos, deixamo-nos envolver por uma mentalidade racionalista, apesar de que em nossos escritos confessionais se lêem sentenças como esta: ‘Maria é digna de ser honrada e exaltada no mais alto grau‘.

O racionalismo ignorou por completo o mistério da santidade. O que é santo, é bem diferente do resto; diante do que é santo, só nos podemos quedar em admiração, adorar e prostrar-nos no pó. O que é santo, não é possível compreendê-lo. Diante da exortação, de Martinho Lutero, de que Maria nunca pode ser suficientemente honrada na cristandade, como a mulher suprema, como a jóia mais preciosa depois de Cristo, e sou obrigada a me confessar adepta daqueles que durante muitos anos de sua vida não seguiram esta admoestação de exaltá-la e assim também não cumpriram a exortação da Sagrada Escritura segundo a qual as gerações considerariam Maria bem-aventurada (Lucas 1,48).

Eu não entrei na fila destas gerações. É verdade que também li na Sagrada Escritura como Isabel, mulher agraciada por Deus, falando pelo Espírito Santo e denominando Maria ‘a mãe do meu Senhor’, lhe prestou a maior homenagem, ao lhe dizer como prima mais idosa: ‘Donde me vem a honra de tu entrares em minha casa?!’ Eu, de fato, poderia ter aprendido o procedimento correto com Isabel. Mas eu não prestei homenagem a Maria com pensamento algum, com nenhum sentimento do coração, com palavra alguma, nem com algum canto. E muito menos eu a louvava sem fim, deixando de seguir a orientação de Lutero, quando escreve que jamais chegaríamos a exaltá-la o suficiente.

Minha intenção, ao escrever este opúsculo sobre o caminho de Maria, segundo o que diz dela a Sagrada Escritura, foi conscientemente reparar esta omissão pela qual me tornei culpada para com o testemunho da Palavra de Deus. Nas últimas décadas o Senhor me concedeu a graça de aprender a amar e honrar cada vez mais a Maria, a mãe de Jesus. E isto, à medida que, pela Sagrada Escritura, me ia aprofundando no conhecimento de sua vida e dos seus caminhos. Minha sincera intenção, ao escrever este livro, é fazer o que posso para ajudar, a fim de que entre nós, os evangélicos, a mãe de nosso Senhor seja novamente amada e honrada, como lhe compete, segundo as palavras da Sagrada Escritura e conforme nos recomendou Martinho Lutero, nosso reformador.

Com gratidão gostaria de confessar aqui quanto o testemunho de sua obediência, de sua entrega total de disponibilidade para andar todos os seus penosos caminhos, me foram uma bênção. Pois ela viveu e andou o caminho da humilhação, numa atitude que – no dizer de Lutero, quando escreve a introdução ao Magnificat – nos pode servir de exemplo: ‘A delicada mãe de Cristo sabe ensinar melhor do que ninguém – pelo exemplo de sua prática – como devemos conhecer, louvar e amar a Deus…’

Quanto amor nós, os evangélicos, dedicamos aos apóstolos Paulo e Pedro! Muitas vezes até encontramo-nos num relacionamento individual e espiritual com eles. Nós os honramos e lhe agradecemos por terem andado este caminho de discípulos de Cristo. Agradecemos ao apóstolo Paulo, porque sabemos que, sem ele, a mensagem de Jesus não teria chegado até nós, os gentios. Exaltamos, cheios de gratidão, os mártires de nossa Igreja, cujo sangue foi semente da qual a Igreja tira vida. E nos esquecemos muitas vezes de agradecer a Maria, a mãe de nosso Senhor. Não está ela inserida na ‘nuvem de testemunhas’ que nos circundam (cf. Hebreus 12,1) e cujo testemunho nos deve fortalecer para a luta que temos a sustentar?

Se honramos apóstolos e arcanjos e deles esperamos que sejam nossos guias no caminho, usando seus nomes para denominar comunidades e igrejas nossas, então, como é que poderíamos excluir Maria, que está ligada a Jesus como a primeira e mais íntima e que andou com Ele o caminho da cruz?

A nossa Igreja Evangélica deixou de lhe prestar honra e louvor, receando com isto reduzir a honra devida a Jesus. Mas o que acontece é o seguinte: toda honra autêntica dirigida aos discípulos de Jesus e também à Sua mãe aumenta a honra do Senhor. Pois foi Ele, só Ele, que os elegeu, os cobriu com Sua graça e fez deles Seu vaso de eleição. Por sua fé, seu amor e sua dedicação para com Deus, é Deus colocado no centro das atenções e é glorificado.

É intenção nossa – como Irmandade de Maria – contribuir, em obediência à Sagrada Escritura, para que nosso Senhor Jesus não seja entristecido por um comportamento nosso destituído de reverência para com Sua mãe ou até de desprezo. Pois ela é Sua mãe que O deu à luz e O criou e educou e a cujo respeito falou o Espírito Santo, por intermédio de Isabel: ‘Bem-aventurada a que creu!’

Jesus espera de nós que a honremos e amemos. É isto que nos é proposto pela Palavra de Deus e é, portanto, Sua vontade. E somente os que guardam Sua palavra, são os que amam a Jesus de verdade (João 14,23).”

(M. Basilea Schlink, escritora evangélica que escreveu, em 1960, o livro “Maria – o Caminho da Mãe do Senhor” e fundadora da Irmandade Evangélica de Maria, em Darmstadt, Alemanha; fonte: revista “Pergunte e Responderemos”, nº 429).

“Em Lourdes, em Fátima e em outros santuários marianos, a crítica imparcial se encontra diante de fatos sobrenaturais, que tem relação direta com a Virgem Maria, seja mediante as aparições, seja por causa das graças milagrosas solicitadas pela sua intercessão. Estes fatos são tais que desafiam toda a explicação natural.

Sabemos ou deveríamos saber que as curas de Lourdes e Fátima são examinadas com elevado rigor científico por médicos católicos e não-católicos. Conhecemos a praxe da Igreja Católica, que deixa transcorrer vários anos antes de declarar alguma cura milagrosa. Até hoje, 1200 curas ocorridas em Lourdes foram pelos médicos consideradas cientificamente inexplicáveis. Todavia a Igreja Católica só declarou milagrosas 44 delas. Nos últimos 30 anos, 11000 médicos passaram por Lourdes. Todos os médicos, qualquer que seja a sua religião ou posição científica, tem livre acesso ao “Bureau des Constatations Medicales”. Por conseguinte, uma cura milagrosa é cercada das maiores garantias possíveis.

Qual é, pois, o sentido profundo destes milagres no plano de Deus? Bem parece que Deus quer dar uma resposta irrefutável à incredulidade dos nossos dias. Como poderá um incrédulo continuar a viver de boa fé na sua incredulidade diante de tais fatos? E também nós, cristãos-evangélicos, podemos ainda, em virtude de preconceitos, passar ao lado destes fatos sem nos aplicarmos a um atento exame?

Uma tal atitude não implicaria grave responsabilidade para nós? Por que um cristão evangélico pode ter o direito de ignorar tais realidades pelo fato de se apresentarem na Igreja Católica e não na sua comunidade religiosa? Tais fatos não deveriam, ao contrário, levar-nos a restaurar a figura da Mãe de Deus na Igreja Evangélica?

Somente Deus pode permitir que Maria se dirija ao mundo, através de aparições. Não nos arriscamos talvez a cometer um erro fatal, fechando os olhos diante de tais realidades e não lhes dando atenção alguma? Cristãos Evangélicos da Alemanha, deveremos talvez continuar a opor-lhes recusa e indiferença? Continuaremos a nos comportar de modo que o inimigo de Deus nos mantenha em atitude de intencional cegueira?

Não deveremos talvez abrir o nosso coração a esta luz que Deus faz brilhar para a nossa salvação? Tal problema evidentemente merece exame, não deve ser afastado de antemão, por preconceito, pelo único motivo de que tais curas são apresentadas pela Igreja Católica. Uma tal atitude acarretaria grave dano para nós mesmos e para o mundo inteiro. Grande responsabilidade nos toca. Temos o direito de examinar tais fatos. Não nos é possível passar ao largo e encampar tudo no silêncio. Hoje, em alguns países, está em causa a existência mesmo do Cristianismo. Seria o cúmulo da tolice ignorarmos a voz de Deus que fala ao mundo, pela mediação de Maria, e dar-lhe as costas, unicamente, porque Ele faz ouvir sua voz através da Igreja Católica. Como quer que seja, não podemos calar por muito tempo sobre tais realidades. Temos que examiná-las, sem preconceito, pois é iminente uma catástrofe.

Poderia acontecer que, rejeitando ou ignorando a mensagem que Deus nos faz chegar através de Maria, estejamos recusando a última graça que ele nos oferece para a nossa salvação. É, por isso, um dever muito grave para todos os chefes da Igreja luterana e para outras comunidades cristãs examinar tais fatos e tomar uma posição objetiva. Este dever impõe-se também pelo fato de que a Mãe de Deus não foi esquecida somente depois da Guerra dos 30 anos e na época dos livres pensadores da metade do século XVIII.

Sufocando no coração dos evangélicos o culto da Virgem, destruíram os sentimentos mais delicados da piedade cristã. No seu Magnificat, Maria declara que todas as gerações a proclamarão bem-aventurada até o fim dos tempos. Todos nós verificamos que esta profecia se cumpre na Igreja Católica e, nestes tempos dolorosos, com intensidade sem precedentes. Na Igreja Evangélica, tal profecia caiu em tão grande esquecimento que dificilmente se encontra algum vestígio da mesma. Ainda uma vez estas reflexões nos impõe o dever de examinar os fatos acima citados e de tirar dos mesmos todas as conclusões pertinentes.”

(Manifesto de Dresden – documento redigido por vários teólogos luteranos e
publicado pela revista “Spiritus Domini” n.5, Maio/1982)

Por fim, gostaria de observar àqueles que negam o título de “Mãe de Deus” a Maria, que tanto Lutero quanto Calvino (além da Igreja Católica e da Igreja Ortodoxa, é claro) admitiam e professavam essa verdade de fé, como podemos ver
nas citações acima.

Copyright (C) 1998, por Carlos Martins Nabeto
Todos os direitos reservados
As citações foram retiradas do site da Banda Rosa Mystica e da revista “Pergunte
e Responderemos”

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12 Comentários so far
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Este artigo de M. Basiléia Schlink e o seu livro: MARIA, O CAMINHO DA MÃE DO SENHOR; deveria ser conhecido por todos os evangélicos e devia ser noticiado nos Jornais da Rede Globo, da TIV Bandeirantes, da TV Record, e outros canais de televisão e em todos os jornais de todas as capitais e de todas as grandes cidades do Brasil e do mundo.
Este artigo é um artigo muito bem fundamentado que aumenta a união entre católicos e evangélicos protestantes.

Comentário por Frei Severino Fernandes de Sousa, OFM

SOU CATOLICA E FIQUEI MARAVILHADA COM ESS ARTIGO DEVE SER PUBLICADO A TODAS AS IGREJAS

Comentário por MARIA

Sou CATÓLICO PRATICANTE. Cristo Vivo está no meu lar, na minha família, em ternura e amor que nos dá razão à vida. É um artigo intersante que acabei de ler,eventualmente possível caminho para a unidade dos cristãos. Desde pequenino, graças a Deus e aos pais que me deu, aprendi a caminhar por Maria para Deus, com a Senhora do Rosário, a Senhora dos Mistérios, a Senhora que nos ensina a entrar no plano salvífico do amor, no projecto divino da salvação. Olho para Maria, como Mãe, como Medianeira que sabe interceder por nós junto de seu Filho. Acompanho as cerimónias de Fátima em pleno; vivo radiante aquele encontro, renovo as minhas forças no caminho do Senhor, procurando caminhar no que a Mensagem de Fátima nos transmite, nestes tempos tão difíceis em que os governos querem por Deus de lado, e em que Ela a Mãe do Senhor constantemente nos pede emenda de vida para que o Mundo tenha paz! “Glória a Ti, ó Filha de Sião, Glória a Ti, Rainha da Paz. Glória a Ti, Mulher da Esperança, Glória a Ti, Rainha da Paz”.Maria, mulher trinitária, realizou em Nazaré, na Sagrada Família, amor e unidade familiar. Peçamos a graça de A imitar. Que por Ela os cristãos se unam no caminho da Luz da Verdade e da Vida em Jesus Cristo o Senhor.

Comentário por Gonçalves Martins

Sou católica, estudiosa sobre Maria e suas virtudes. Gostei muito deste artigo. Vou difundi-lo com muito carinho. Aprendi mais um pouquinho sobre o grande amor com que devemos venerar a Mãe de Jesus e assim, conclamar a todos para que encontrem Jesus por um dos caminhos mais seguros, a sua mãe.

Comentário por MARLENE

Nunaca tinha lido algo assim, eu sabia por terem me falado não lido em alguma página ,mas uma pessoa faz muito tempo em sua oalestra relatou que Lutero venerava Nossa Senhora ,mas isto realmente precisa ser divulgado para que aqueles que pensam o contrario tenham conhecimento da realidade e grandiosidade da nossa Mãe.

Comentário por Helena Baeboza Sampaio

Maria Santíssima é Mãe de Deus,porem os hereges a contestam.Coitados,tanta ignorância ou maldade.!!!

Comentário por Benito Carleial

Maria, foi uma mulher que procurou vivenciar os ensinamentos de Deus. Mulher reta e digna de ser escolhida para ser a mãe física do Senhor Jesus Cristo. É certo que, no momento, se encontra junto aos salvos, no entanto, não numa situação de supremacia a eles.

Algumas igrejas cristãs (católica, por exemplo) observam doutrinas e dogmas que destoam dos princípios bíblicos…..

Comentário por Regina

Cara Regina, toda a colagem que escreveu e que foi programada na sua cabeça para que repetisse sempre que possível (protestantes ficam loucos para atacarem católicos), está tão cheia de sandices e imposturas que não vou sequer publicar. Existe uma espécie de ignorância que dá muito trabalho (inútil) àquele que foi questionado: dizer qualquer asneira ou repetir sem pensar é fácil, qualquer um faz, basta sair escrevendo e metendo cola num furo aqui, outro ali, enfim, mas para responder sempre são exigidas fontes, citações, nomes, datas, documentos… Se ainda valesse à pena! Faria com o maior gosto! Sei que não vale, no seu caso. Qual o motivo? Você talvez não tenha se dado conta, mas eu, que tenho este blog há anos, recebo copias e mais cópias do mesmo texto que me enviou, excepto por uma linha ou duas, as quais, vez ou outra, alteram. É repeteco furado, sem fundamento algum, na verdade, é um acumulo de pseudo-argumentos irracionais e injustificados, de sofistas de quinta categoria (estou sendo generoso) sem base histórica alguma e caem por água abaixo com duas ou três frases lógicas. Aliás, frases que nunca aceitam. Se eu refutar frase por frase dos textos imensos que colou aqui (quando bastaria citar o link de origem, não?) de nada vai servir, sabe porquê? Por que vai fingir que não leu e vai vir com mais textos, e mais textos, e mais textos, sem levar em conta quaisquer das refutações anteriores. Regina, estou calejado nisto, faz anos. O mesmo para o comentário do CORIOLANDO(?).

Percebe? Até mesmo de excertos literais de próprios protestantes (os fundadores!), como os desta publicação, vocês protestam! São revoltados a procura de revoltas sem sentido, são compulsivos em defenderem seus próprios egos! Relaxa… Quem disse o que foi escrito lá em cima, foram aqueles que fundaram a possibilidade da existência de vocês, protestantes! Mas não, têm até mesmo que protestarem contra os próprios protestantes, numa Babel moderna cómica, se não fosse uma tragédia moral e racional.

Peço desculpas, mas não me interessa essa ginástica bíblica de maluco que visa apenas justificar o porquê de ser protestante. Quer ser protestante? Seja corajosa: estude, e livre-se imediatamente do pastor que controla a sua vida pessoal, moral, financeira e espiritual. Seja você mesma, não um fantoche que coloca sua vida nas mãos de terceiros. Depois vêm falar do Papa da Igreja Católica… Acham pouco, não é? Já que têm um «papa» para cada Igreja, esta que é contraditória com a outra, e a outra, e a outra ad infinitum

Comentário por José Roldão

Parabéns pela resposta. Realmente, é impossível dialogar com gente cheia de preconceitos, que lê na Bíblia apenas aquilo que lhes interessa. Aliás, o “Sola Fide” protestante já foi para o espaço. Eu ´só me questiono se a salvação se dá pela graça e pela fé, porque para mim a fé também é obra da graça divina. E o outro fundamento do protestantismo, o “sola Scriptura” pode ser facilmente contestado com 1 Tm 3,15: “…a Igreja, coluna e fundamento da verdade”. Só que os protestantes não aceitam. Meu irmão, sabe qual é o problema? Para se livrarem da lavagem cerebral que neles ocorreu, só a graça de Deus pode salvá-los, tirá-los dessa escravidão em que foram colocados. É UMA PENA QUE ISSO OCORRA!

Comentário por Braz dos Santos

parabéns pela resposta, o que é ingraçado é que eles tem em mãos a biblia, e ñ consegue encherga!! pow vamos estudar um pouco!!!

Comentário por vitor israel da costa

Eu tenho tido dificuldades de me manter na Igreja protestante devido esta cegueira espiritual no que diz respeito ao verdadeiro valor de Maria. Se nós humanos, cheio de defeitos, impuros, somos capazes de venerar e respeitar a nossa mãe, muito mais Jesus honra a sua. Rotular MARIA de uma MULHER COMO OUTRA QUALQUER é questionar DEUS PAI quando escolheu a MÃE de Seu FILHO UNIGÊNITO. Felizmente sabemos que a semente semeada em terreno fértil germina e dá frutos 30, 60, 100 por um. Os católicos que por um motivo ou outro buscam a Igreja Evangélica trazem MARIA no coração e jamais alguém a arrancará de lá.
Às vezes dá até medo da maneira como eles interpelam quem chama por Maria. Deconjuram-na como se se referissem a um inimigo perigoso. Fico pensando como se sente o Seu Filho JESUS ao ver a mãe ser tratada com tanto despreso, desrespeito…
Passo a divagar. Lembro-me dos tempos de criança. Na minha região (N) queria um garoto chamar o outro prá briga, fazia dois riscos no chão com o pé e cuspia num deles dizendo ser a mãe do outro, e este se fosse ‘homem’ cuspisse na mãe do outro. Se cuspisse…então iniciava a briga onde não raras vezes saiam os dois machucados tudo por ter um cuspido na mãe do outro. Ou melhor, no RISCO no chão que representava a mãe de cada um. Aliás, os torcedores fanáticos quando irados com o árbitro que julga estar prejudicando o seu time chinga o árbitro ou a mãe dele?
Quando um assaltante/sequestrador está com a vítima sob a mira de um revólver quem a autoridade policial tem lembrado de chamar? Uma mulher qualquer? Não, a mãe do sequestrador… Mãe é mãe. Imagina quando se trata da Mãe de Jesus, Nosso Senhor.
Às vezes os evangélicos dão uma conotação errônea às referências bíblicas a respeito de Maria, como se Jesus a subestimasse. Quando diz: Quem é minha mãe, quem são minhas irmãs… ou: Que tenho eu contigo Mulher… (Bodas de caná). No entanto, se esquecem que foi ali onde Jesus pela primeira vez Atendeu a uma Interceção de Maria mesmo admitindo NÃO ter ainda chegado a Sua hora.E deu vinho da melhor qualidade… Quando Jesus no alto da cruz virou para Maria e Pedro aos seus e disse: Mulher aí tens o teu FILHO. Homem aí tens a tua mãe. Ao contrário da infame conotação que os evangélicos deram ao fato, JESUS PROCLAMOU a partir daquele momento e para todas as gerações passadas e futuras que MARIA como mãe de toda a HUMANIDADE.

Comentário por Raquel Nascimento Lima

Acho que Maria SS. poderia ser um elo que ligaria as Igrejas de Cristo de volta, que com certeza seria de uma felicidade e satisfação enorme a Jesus Cristo único Deus e Salvador do mundo pois isso ele havia declarado João 17(22,23): “Dei-lhes a glória que me deste para que sejam um, como nós somos um: Eu neles e tu em mim, para que sejam perfeitos na unidade, e o mundo reconheça que me enviaste e os amaste, como amaste a mim”. Não queremos idolatria pois a Igreja Católica não é idolatra como acusam, mas queremos que nossos irmãozinhos protestantes tenham em mente a grandeza que foi a Mãe de Jesus, Deus que se fez homem, merecendo Maria toda nossa reverência e não adoração. Como a pessoa mais importante depois de Jesus Cristo que com certeza está num lugar muito especial no Reino de Deus. Um forte abraço a todos evangélicos que eu tanto amo mas muitas vezes sofro pela perseguição de alguns que não reconhecem a Igreja Católica como o corpo de Cristo e acabam sem querer agredindo a Cristo tbm. A Paz de Nosso Senhor Jesus Cristo esteja sempre conosco! Amém.

Comentário por Lekci




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