Capítulo IV – O SENSO ECLESIAL
1. Mais do que nunca, é viva no povo de Deus, em nossos dias, a consciência de Igreja como comunhão e participação (cf. Documento de Puebla, passim).
2. Cumpre ao oblato nutrir vivos sentimentos de filial fidelidade à Santa Igreja, pulsar com Ela, identificando-se com as intenções do Sumo Pontífice. Viverá, assim, também o espírito da Ordem de São Bento, que através dos séculos sempre foi esteio das grandes aspirações da Santa Sé e do Vigário de Cristo.
3. De modo especial, a fidelidade à Igreja traduzir-se-á em fidelidade ao magistério – ordinário e extraordinário – da Igreja. O oblato, portanto, guardará em tudo a fé pura e ortodoxa haurida da voz oficial da Santa Igreja.
4. Aos oblatos não se impõe, por força da Regra, tarefa apostólica específica; porém, beneditinos que são, não deixarão de imprimir no seu apostolado os sinais característicos da espiritualidade que vivem, principalmente o amor à Sagrada Liturgia e à piedade cristocêntrica e trinitária.
5. O bom filho de São Bento no século não se pode eximir de responder aos apelos que a Santa Igreja hoje em dia dirige a todos os cristãos leigos, no sentido de que assumam sua responsabilidade pessoal na edificação e na difusão do Reino de Cristo. Eis as palavras do Concílio Vaticano II:
“A vocação cristã é, por sua natureza, também vocação para o apostolado. Como no organismo de um corpo vivo, nenhum membro se comporta de maneira meramente passiva, mas, unido à vida do corpo, também compartilha a sua operosidade, da mesma forma no Corpo de Cristo….. Tão grande é neste corpo a conexão e a coesão dos membros (cf. Ef. 4, 16) que o membro que não trabalha para o aumento do corpo segundo sua medida, deve considerar-se inútil para a Igreja e para si mesmo”. (Decr. “Apostolicam Actuosilatem” nº 2).
6. Adiante, o mesmo texto conciliar recorda que “a caridade é como que a alma de todo apostolado”. (ib.3).
7. Eis, por que, é recomendada aos oblatos a consideração atenta das normas desse Decreto e o empenho em praticá-las.









Olá José,
gostei deste post sobre Oblatos Beneditinos, família da qual faço parte.
Hoje, mais do que nunca, a RB se aplica, é atual, vibrante e produz frutos para quem a ela se entrega.
Pax!
Olá, Cassia!
Seja bem vinda!
Fazemos parte da mesma família, então!
Em qual mosteiro fez a sua oblação?
A Regra de São Bento é de uma atualidade impressionante, fora que, como o próprio São Bento prescreveu, a Regra possui uma elasticidade importantíssima.
P A X
Olá José,
Obrigada pelas boas vindas. Acompanho há muito tempo seu blog, do qual sou admiradora, como não poderia deixar de ser sendo católica e oblata osb.
Pertenço ao Mosteiro de São Bento de Vinhedo/SP, conhece?
Me delicio ao ler voce e “invejo” sua argumentação.
PAX!