Vida de Moisés, parte II, 6, São Gregório de Nissa.
Existe uma doutrina que merece credibilidade por pertencer à tradição dos Pais. Diz que, depois da queda de nossa natureza no pecado, Deus não contemplou nossa desgraça indiferentemente, mas que colocou perto, como ajuda para a vida de cada um, um anjo que recebeu uma natureza incorpórea (Mt 18, 10- 11); e que em oposição, o corruptor da natureza maquinou algo parecido, danificando a vida do homem mediante um demônio perverso e malvado. Como conseqüência, o homem se encontra entre esses dois que o acompanham com propósitos contrários, e pode por si mesmo fazer triunfar um ou outro. O bom mostra ao pensamento os bens da virtude como são contemplados em esperança por aqueles que agem retamente; o outro mostra os sujos prazeres nos que não existe nenhuma esperança de bem, pois inclusive o prazer imediato, o que se apreende e se pega, escraviza os sentidos dos tontos.









Caro Jonas
Voce está confuso:
Ou voce é católico ou protestante (reformado, presbiteriano).
Não adianta colocar no Wikipédia que voces são católicos “ela mantém o carácter católico da Igreja “.
Voces seguem a Calvino, portanto são protestantes.
Infelizmente, segue um dos ramos de protestantismo; que por sinal
já tem mais divisão, vide abaixo:
* Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB)
* Igreja Presbiteriana Independente do Brasil (IPIB)
* Igreja Presbiteriana Renovada do Brasil (IPRB)
* Igreja Presbiteriana Conservadora do Brasil (IPCB)
* Igreja Presbiteriana Unida do Brasil (IPUB)
Nenhuma delas se apresentam como Católica Apostólica Reformada.
A não ser que esteja surgindo uma nova….
Próximo onde moro tem 2 : a Presbiteriana do Brasil e Independente
do Brasil, inclusive na fachada, não vi qualquer referência a Católica
Apstólica.
O texto de S. Inácio de Antioquia esta em :
http://catolicismo.wordpress.com/2008/04/28/citaes-sobre-o-nome-igreja-catlica/ – citação
http://patristicabrasil.blogspot.com/2008/02/incio-de-antioquia-67-110_7853.html – completa.
veja esta citação do parágrafo 1 – ” no único corpo de Sua Igreja.”
idem n 6 – “Considerai bem como se opõem ao pensamento de Deus os que se prendem a doutrinas heterodoxas a respeito da graça de Jesus Cristo”
idem 7 – “Abstêm-se eles da Eucaristia e da oração, porque não reconhecem que a Eucaristia é a carne de nosso Salvador Jesus Cristo”
idem 8 – “Sigam todos ao bispo, como Jesus Cristo ao Pai; sigam ao presbitério como aos apóstolos. Acatem os diáconos, como à lei de Deus. Ninguém faça sem o bispo coisa alguma que diga respeito à Igreja.”
” Onde quer que se apresente o bispo, ali também esteja a comunidade, assim como a presença de Cristo Jesus também nos assegura a presença da Igreja Católica.”
Esta Carta de Santo Inácio é ótima, os protestantes costumam dizer
que a a Igreja não era chamada de católica. Aí está uma prova do
começo da Igreja (=-100 DC).
Agora voce está querendo confundir. Santo Inácio está exatamente
afirmando a relação entre o bispo e a comunidade; e entre Jesus e a
Igreja.
Portanto, Santo Inácio refere-se à Igreja, não havia “denominações”.
O Romana é porque passou a ter sua sede em Roma.
Não adianta querer “forçar a barra” e querer incluir presbiteriana,luterana, assembléia de deus, IURD,etc.
Estes nomes só surgiram dentro do protestantismo e não tem nada a
ver com o texto de Santo Inácio.
voce diz:
” por estar convicto de que no século XVI a Igreja de Cristo retornou às
antigas doutrinas da Graça..”
Quer dizer que a Igreja “errou” por 1500 anos !!! .
E o Espirito Santo abandonou ela todo este tempo ?
Ele tirou umas “férias” e voltou para “iluminar” o Calvino, Lutero ??
Tanto eu como voce sabemos que isto é um absurdo.
Jesus disse “estarei convosco até os últimos dias”.
1- Sobre o governo da Igreja, já me referi anteriormente, citando
o texto de S.Mateus.
2- Não conheço profundamente o assunto. O que eu sei, é que nada que estivesse acontecendo pode legitimar o que o Lutero fez.
Lutero foi tomado de orgulho, foi usado por politicos (principes alemães), etc. As consequências estão à vista.
Existem ao lado diversos links relacionados ao Lutero