“Guardai-vos, pois, de fabricar alguma imagem esculpida representando o que quer que seja, figura de homem ou de mulher, representação de algum animal que vive na terra ou de um pássaro que voa nos céus, ou de um réptil que se arrasta sobre a terra, ou de um peixe que vive nas águas, debaixo da terra” (Dt 4,16-18.)
(Textos extraídos da Frente Universitária Lepanto)
Deus, que no livro Deuteronômio proíbe que sejam feitas imagens, manda Moisés fazer dois querubins de ouro e colocá-los por cima da Arca da Aliança (Ex 25, 18-20).
Manda-lhe, também, fazer uma serpente de bronze e colocá-la por cima duma haste, para curar os mordidos pelas serpentes venenosas (Num 21, 8-9).
Manda, ainda, a Salomão enfeitar o templo de Jerusalém com imagens de querubins, palmas, flores, bois e leões (I Reis 6, 23-35 e 7, 29).
Se Deus manda fazer imagens em várias passagens das Sagradas Escrituras (Ex 25, 17-22; 1Rs 6, 23-28; 1 Rs 6, 29s; Nm 21, 4-9; 1Rs 7, 23-26; 1 Rs 7, 28s; etc) e proíbe que se façam imagens em outra, de duas uma, ou Deus é contraditório ou fazer imagens não é idolatria.
Portanto, fica claro que o erro não está nas imagens, mas no tipo de culto que se presta à elas.
Os Judeus, saindo da dominação egípcia, um povo idólatra, tinham muita tendência à idolatria.
Basta ver o que aconteceu quando Moisés desceu do Monte Sinai com as Tábuas da Lei e encontrou o povo adorando o “Bezerro de Ouro” como se ele fosse uma divindade, um amuleto. É claro, como permitir que um povo tendente à idolatria fosse fazer imagens.
Nas imagens católicas se representam os santos, que são pessoas que possuem virtudes que os tornam “semelhantes” a Deus, como afirmou S. Paulo: “já não sou eu quem vivo, mas é Cristo que vive em mim”.
Nas catacumbas encontram-se, em toda parte, imagens e estátuas da Virgem Maria; prova de que tal culto existia no tempo dos apóstolos e foi por eles praticado, ensinado e transmitido à posteridade.
Uma das imagens de Nossa Senhora, segundo a tradição, foi pintada pelo próprio S. Lucas e está na catedral de Loreto, exposto à veneração dos fiéis.
As imagens católicas representam pessoas virtuosas. Virtude essa que provém da graça de Deus. O mesmo não se dava na idolatria, pois os povos idólatras representavam as virtudes e os vícios em seus ídolos.
O Concílio de Trento formalmente legitimou o uso das imagens: As imagens de Jesus Cristo, da Mãe de Deus, e dos outros santos, podem ser adquiridas e conservadas, sobretudo nas Igrejas.
Se lhes pode prestar honra e veneração; não porque há nelas qualquer virtude ou qualquer coisa de divino, ou para delas alcançar qualquer auxílio, ou porque se tenha nelas confiança, como os pagãos de outrora, que colocavam a sua esperança nos ídolos.
Mas, sim, porque o culto que lhes é prestado dirige-se ao original que representam, de modo que nas imagens que possuímos, diante das quais nos descobrimos ou inclinamos a cabeça, nós adoramos Cristo, e veneramos os santos que elas representam (Sess XXV).
Dever de culto à Mãe de Deus
Maria é Mãe de Deus… é absolutamente certo. Esta dignidade supera todas as demais dignidades, pois representa o grau último a que pode ser elevada uma criatura. Toda dignidade supõe um direito; e não há direito numa pessoa, sem que haja dever noutra. Se Deus elevou tão alto a sua Mãe, é porque Ele quer que ela seja por nós honrada e exaltada.
Se fosse proibido cultuar à Santíssima Virgem, o primeiro violador foi o próprio Deus, que mandou saudar à Virgem Maria, pelo arcanjo S. Gabriel: “Ave, cheia de graça!” (Lc 1, 28).
Santa Isabel: “Bendita sois vós entre as mulheres” (Lc 1, 42)
Igualmente, a própria Nossa Senhora nos diz: “Doravante, todas as gerações me chamarão bem-aventurada…” (Lc 1, 48).
Todos esses atos indicam o culto à Nossa Senhora, a honra que lhe é devida.
(Textos extraídos da Frente Universitária Lepanto)









Se fosse proibido cultuar à Santíssima Virgem, o primeiro violador foi o próprio Deus, que mandou saudar à Virgem Maria, pelo arcanjo S. Gabriel: “Ave, cheia de graça!” (Lc 1, 28).
Ora!!! Não seja tolo!!!! ‘Ave’ é um cumprimento romano.
se jesus cristo ressucita em nossos corações a imagem que vemos de nossos santos é do proprio cristo. O santo representado na imagem é de um templo que levou jesus até ao irmão para que a vontade de Deus naquele coração de Jesus fosse realizada.
shalom aleichem
na minha curiosidade em entender essa questão de imagens / idolos que é muito questionado aos católicos eu quero entender mais para compreender melhor sobre essa questão.
Em Isaias (ou Deutero/Segundo Isaias) 44 a partir do versiculo 13 conta sobre um carpinteiro que vai cortar a madeira das arvores do bosque, e com a lenha se aquenta no fogo, coze o pão e se farta, e com os restos faz um deus, imagem de escultura, dirige sua oração e diz “livra-me porquanto tu es meu deus”. O ponto em questão está no versiculo 19:
“Ninguém reflete nem tem bom senso e inteligência para se dizer: Queimei metade, cozi pão sobre a brasa, aí assei a carne que comi e iria eu fazer do resto uma imagem miserável? Prostrar-me-ia diante de um pedaço de madeira?” (versão católica)
Até onde conheço sobre o assunto, os católicos afirmam tem somente a D-us como Senhor e suas rezas/orações/suplicas dirigidas a Cristo, mas sobre o que diz Isaias quando o carpinteiro constroi essa imagem e “lhe dirige a sua oração” (versiculo 17).
Um dos exemplo que conheço é o Rosário, nela existem orações dirigidas a “Maria Rosa Mistica”, “São Miguel Arcanjo”… Existem as novenas ao santos e santas e a quantidade de rezas que devem ser feitas até alcançar a graça (ex. Novena à Santa Lucia)
O ponto em questão é o texto onde diz que foi dirigida a reza a uma imagem construida por mãos de homens, logo passíveis de erros, e de material existente e que possa ser moldado (madeira, cerâmica, barro, prata, bronze etc…)
Vou utilizar o mesmo livro de Deuteronômio, citado no começo do tópico, porem os versículos 15 e 16:
“15 Tende cuidado com a vossa vida. No dia em que o Senhor, vosso Deus, vos falou do seio do fogo em Horeb, não vistes figura alguma.
16 Guardai-vos, pois, de fabricar alguma imagem esculpida representando o que quer que seja, figura de homem ou de mulher,” (versão católica)
Pelo meu pouco conhecimento sobre o assunto, as imagens dos santos são para memória e honra daqueles de morreram em favor de Cristo, mas em alguns casos a lembrança dos feitos dos santos causam, em auguns casos, martirios aos fieis, como é visto em algumas procissões.
Esses atos de depositar sua reza a imagem, que representa a pessoa, e o “pagamento” das promessas com martirios que ocorrem na procissão não estão alem de uma simples homenagem??
espero uma resposta as minhas duvidas
muito obrigado!!
Daniel Chavez,
Vejamos mais partes do texto que cita (Isaías 44,6-19), da Bíblia Católica:
«Eis o que diz o Senhor, o rei de Israel, seu Redentor, o Senhor dos exércitos: Eu sou o primeiro e o último, não há outro Deus afora eu. Quem é igual a mim? Que venha sustentar suas pretensões! Que prove e pleiteie contra mim! Quem anunciou o futuro, desde a origem? Que nos predigam o que deve ainda acontecer! Não tenhais medo então, e não tremais! Não vos tenho esclarecido desde há muito tempo? Vós sois minhas testemunhas: existe outro Deus a não ser eu? Haverá outro rochedo além de mim?
Os fabricantes de ídolos nada são e suas preciosas obras nada valem; para confusão deles, suas testemunhas não sabem ver nem compreender. Aquele que quer modelar um deus, funde uma estátua que não servirá para nada. Seus fiéis ficarão decepcionados e seus operários são apenas homens. Que todos se congreguem e compareçam. Ficarão assustados e decepcionados. O ferreiro manipula o formão e trabalha no forno; talha o ídolo com golpes de martelo; modela-o com mão vigorosa; mas tem fome, sente-se esgotado, tem sede, está extenuado. O escultor em madeira estica o cordel, traça o esquema a lápis, desbasta a imagem com o cinzel, mede-a com o compasso; dá-lhe forma humana, fá-la um belo tipo de homem, para colocá-la numa casa. Vai cortar madeira, apanha um roble ou um carvalho que tinham deixado crescer entre as árvores da floresta que o Senhor havia plantado, e que a chuva havia feito crescer. Depois faz com a madeira um fogo, e leva-o para se aquecer; queima-a também para cozer o pão; enfim serve-se dela para fabricar um ídolo diante do qual se prosterna. Queima a metade de sua madeira, sobre a brasa assa a carne, come esse assado até fartar-se. Então aquece-se e diz: Como é bom sentir o calor e admirar a chama!
Com a sobra faz um deus, um ídolo diante do qual se prostra para adorá-lo e orar dizendo: Salva-me, tu és meu deus. Falta bom senso e juízo a essa gente; têm os olhos tão fechados que não vêem, seus corações não podem compreender. Ninguém reflete nem tem bom senso e inteligência para se dizer: Queimei metade, cozi pão sobre a brasa, aí assei a carne que comi e iria eu fazer do resto um ídolo miserável? Prostrar-me-ia diante de um pedaço de madeira?»
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Como pode perceber, o texto cita as imagens dentro de um contexto claro e com significados específicos:
«Aquele que quer modelar um deus, funde uma estátua que não servirá para nada»
«O ferreiro manipula o formão e trabalha no forno; talha o ídolo com golpes de martelo»
«enfim serve-se dela para fabricar um ídolo diante do qual se prosterna»
«Com a sobra faz um deus, um ídolo diante do qual se prostra para adorá-lo e orar dizendo: Salva-me, tu és meu deus»
«Queimei metade, cozi pão sobre a brasa, aí assei a carne que comi e iria eu fazer do resto um ídolo miserável? Prostrar-me-ia diante de um pedaço de madeira»
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Perceba no texto a relação proposital entre os termos “imagens” e “idolos”. Se eu fabrico uma ‘imagem’ e a tomo com um “deus”, um “ídolo”, e prosto-me diante de mesma e a ‘adoro’ como se fosse o meu deus, obviamente isto está errado e bate de frente contra a vontade de Deus.
Deus não proibiu imagens, as que não fossem adoradas como deuses. Ele proibiu que imagens de qualquer tipo fossem ADORADAS COMO DEUSES.
E aqui vai uma distância enorme.
Tanto é que, ELE MESMO, DEUS, mandou que fossem confeccionadas algumas imagens. Aliás, isto está explicado no próprio texto que comentou e parece que não leu com atenção, veja só:
«Deus, que no livro Deuteronômio proíbe que sejam feitas imagens, manda Moisés fazer dois querubins de ouro e colocá-los por cima da Arca da Aliança (Ex 25, 18-20)»
E mais:
«Se Deus manda fazer imagens em várias passagens das Sagradas Escrituras (Ex 25, 17-22; 1Rs 6, 23-28; 1 Rs 6, 29s; Nm 21, 4-9; 1Rs 7, 23-26; 1 Rs 7, 28s; etc) e proíbe que se façam imagens em outra, de duas uma, ou Deus é contraditório ou fazer imagens não é idolatria.
Portanto, fica claro que o erro não está nas imagens, mas no tipo de culto que se presta à elas»
MAIS CLARO QUE ISTO AÍ EM CIMA?
E o que diremos deste trecho:
“e o Senhor disse a Moisés: “Faze para ti uma serpente ardente e mete-a sobre um poste. Todo o que for mordido, olhando para ela, será salvo.”” (Nm 21,8)
Ora!
Veja bem,
o Senhor mandou fazer uma estátua, uma imagem de quê? De uma serpente ardente! E mais, mandou que fosse pregada sobre um poste para que todos aqueles que fossem mordidos por serpentes, olhassem para a ESTÁTUA, para a IMAGEM, e ficassem curados!
Como pode ver, ou Deus se contradiz diversas vezes ou, pelo visto, ELE mesmo manda fabricar imagens que curam só de olhar para elas!
Certamente pode-se entender claramente que não era a ‘imagem’ da serpente em si mesma que curava, mas Deus por meio dela.
Entenda, David, Deus não pode se contradizer, portanto, o problema não está na imagem em si, mas está em adorar as imagens como se fossem deuses.
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E lhe desafio a mostrar aqui UM DOCUMENTO OU UMA LINHA SEQUER, onde algum Papa tenha mandado ou aconselhado que algum católico adorasse aos santos ou a Virgem Maria, “a mãe de meu Senhor” (Lc 1,43), como se fossem deuses.
Não quero saber se fulano disse, se fulano acha, se fulano deduziu, não, nada disso.
Quero saber em qual documento do Magistério da Igreja, em qual parte do Catecismo, em qual pronunciamento ex-cátedra de algum Papa, Motu Proprio, em qualquer um destes onde está a orientação de que o católico pode ou deva adorar aos santos ou a Virgem Maria como se fossem deuses?
A Igreja Católica ensina a idolatria aos seus fiéis?
Coloquemos aqui esses documentos. Onde estão?
Se não houver nenhuma aprovação do Magistério ou do Papa nesse sentido, será que quem o faça é católico, de fato?
Pois, o católico tem a obrigação e o dever de seguir à risca o Catecismo, os Mandamentos, o Magistério e o Papa. Para ser católico deve estar em comunhão com a Igreja Católica e isso me parece muito óbvio.
Ou será que estou enganado e católico é aquele que faz o contrário do que a Igreja Católica manda fazer?
P A X
Sou catolico, tendo em vista q com a vinda de cristo sua resirreição e subida aos ceus, nós passamos a ter um relacionamento mais intimo com Deus sem precisar de intermediadores!
Qual a nescesidade de se incitar algumas bençãos como:
São Jose providenciai!
Ao se referir a benção de determinados alimentos!
O blog é uma otimferramenta de reflexão creio que essa seja a reflexão de muitos ao lidarem com o tema citado!!
Fik na paz, q Deus o Abençõe e te guarde!