Excerto de:
Lutero, o filme: uma boa e grossa mentira
Marcos Libório
Os protestantes costumam colocar Lutero como um príncipe, um homem iluminado, que trouxe à luz a Igreja que jazia nas trevas da “corrupção”. Em todos os meios protestantes, Lutero foi um homem que, ao ler “um livro proibido”, a Bíblia, descobriu em suas letras simples a doutrina até então “obscura” de Cristo: a salvação somente pela fé. Desde então Lutero é uma figura ímpar na história do protestantismo. Porém, seus escritos praticamente desapareceram da estante dos protestantes modernos (ou pelo menos, de suas obras). O que vemos hoje é que os protestantes fundamentalistas se baseiam mais em sua própria opinião – errada – das Escrituras do que num fundamento ao menos mais criterioso. Entretanto, será que é válida a fundamentação da teologia protestante na herança dos estudos de Lutero?
Quantos protestantes, mesmo pastores, já leram obras de Lutero. Dificilmente um católico que não seja estudioso do assunto leria. Mas espera-se que os protestantes tenham uma certa noção dos escritos dos seus pais. Lutero deixou uma obra extensa, da qual em português creio não existir nem metade. Suponho, também, que nem metade dos protestantes já leu as obras dele. O que será que encontrariam? Talvez não gostem muito do que encontrarão, caso se aventurem. Na realidade, apesar de ser um estudioso da Bíblia, ter causado uma revolução no seio da Igreja, muitas vezes Lutero foi um blasfemo. Ao menos, pelos seus escritos, é o que nos parece.
Muitos protestantes questionam os católicos acerca do que falaram os seus teólogos do passado. Muitos dizem que Papas pecaram, disseram isso ou aquilo. Tudo isso, para eles, é prova de que a Igreja Católica não é a Igreja fundada por Jesus, nosso Senhor. Que o Espírito Santo não pode conduzir uma Igreja que ensina a “venda do perdão”, por exemplo. Outros alegam que a Igreja não podia ter transferido a um homem o poder que somente Deus contém. Entre várias outras alegações, os erros do passado são, para os protestantes, prova mais que suficiente de que a Igreja é demoníaca.
No nosso país, é comum o uso de “ditados populares”. Um deles, que podemos até aplicar aqui, é “Cuidado! O peixe morre pela boca”. Muito do que Lutero escreveu, em confronto com o Papa e a autoridade da Igreja, é defendida até o fim pelos seus idealistas. Mas será que defenderiam com a mesma vontade o Lutero que vamos apresentar aqui? Talvez fiquem surpresos, digam que ele não quis dizer o que está aparentado, que existem outros escritos dele que dizem o contrário. Ora, pelo que vamos ler, parece que não há como entender outro contexto, o que faz com que entendamos exatamente o que Lutero quis dizer quando da redação das obras. E se existem outros escritos dele que dizem o contrário, isto não é um fator de alívio, mas de complicação.
Mas, de qualquer forma, o leitor julgue as palavras de Lutero…ditas pelo próprio reformador em seus escritos:
Seja um pecador:
“Se és um pregador da graça, então pregue uma graça verdadeira, e não uma falsa; se a graça existe, então deves cometer um pecado real, não fictício. Deus não salva falsos pecadores. Seja um pecador e peque fortemente, mas creia e se alegre em Cristo mais fortemente ainda…Se estamos aqui (neste mundo) devemos pecar…Pecado algum nos separará do Cordeiro, mesmo praticando fornicação e assassinatos milhares de vezes ao dia”. (American Edition, Luther’s Works, vol. 48, pp. 281-82, editado por H. Lehmann, Fortress, 1963. ‘The Wittenberg Project;’ ‘The Wartburg Segment’, translated by Erika Flores, de Dr. Martin Luther’s Saemmtliche Schriften, Carta a Melanchthon, 1 de agosto de 1521. )
Lutero está claramente dizendo que os nossos pecados, mesmo o pecado mais intenso imaginável, não importa. Diz que podemos cometer os pecados de forma convicta, que mesmo assim não nos separaremos de Deus. Imagine um católico dizendo tal coisa a um protestante, em um debate sobre o pecado, qual seria a resposta do protestante? (não responda, caro leitor, apenas abra sua Bíblia e leia o que ela diz sobre o pecado – Mt 25,32; Mt 13,30; Mt 3,10; Hb 10,26-29).
Fazer o bem é mais perigoso que o mal:
“Estas almas piedosas que fazem o bem para chegar ao céu não somente não o alcançarão, como serão arranjados entre os ímpios; e importa mais em impedi-los de fazerem boas obras que pecados”. (Wittenberg, VI, 160, citado por O’Hare, in ‘The Facts About Luther’, TAN Books, 1987, p. 122)
Sim, é isso que você leu. Deve-se evitar praticar boas obras, não pecados. Acaso foi isso que Jesus ensinou? Pense em Cristo exortando a pecadora, em vias de ser apedrejada, e, ao segurá-la pela mão, dizer: “vá, e não pratique mais boas obras”. Na verdade, o que Lutero quer dizer é “não se preocupe com os pecados, Jesus os encobrirá. Preocupe-se com suas boas obras, isto lhe condenará”. As Escrituras dizem que seremos julgados pela forma como vivemos a nossa fé. Paulo diz claramente, em Rm 2,5-11, que o justo julgamento de Deus será de acordo com nossas ações. De acordo com 2Cor 5,10, receberemos a recompensa de Deus de acordo com nossos atos, bons ou ruins. Segundo Lutero, seremos recompensados por não fazer boas obras, enquanto que nossos pecados não influirão no julgamento de Deus.
Você pode perguntar: mas não são os protestantes que acreditam “somente na Bíblia”? Bem, responderíamos, somente quando lhes convém…
Não há livre arbítrio:
“Em relação a Deus, e a tudo que importa na salvação e condenação, o homem não possui livre-arbítrio, é um cativo, um prisioneiro, um escravo, seja da vontade de Deus, seja da vontade de Satanás”. (Bondage of the Will, Martin Luther: Selections From His Writings, ed. by Dillenberger, Anchor Books, 1962 p. 190)
…Tudo que fazemos é por necessidade, não por livre-arbítrio, pois o livre-arbítrio não existe…
(Ibid, p. 188)
“O homem é como um cavalo. Deus o está montando? Um cavalo é obediente e aceita as vontades de seu dono, e vai onde quer que ele queira. Acaso Deus soltou as rédeas? Então Satanás sobe em seu dorso, e o submete aos seus caprichos…Portanto, a necessidade, e não o livre-arbítrio, é o princípio controlador de nossa conduta. Deus é o autor do que é mal como do que é bom, e, da forma como concede a felicidade àqueles que não a merecem, assim também condena a outros que não desejaram seu destino”. (’De Servo Arbitrio‘, 7, 113 seq., citado por O’Hare, in ‘The Facts About Luther, TAN Books, 1987, pp. 266-267.)
A Bíblia discorda de Lutero. Lemos em Eclesiástico 15,11-20: “Não digas: É por causa de Deus que ela me falta. Pois cabe a ti não fazer o que ele abomina. Não digas: Foi ele que me transviou, pois que Deus não necessita dos pecadores. O Senhor detesta todo o erro e toda a abominação; aqueles que o temem não amam essas coisas. No princípio Deus criou o homem, e o entregou ao seu próprio juízo; deu-lhe ainda os mandamentos e os preceitos. Se quiseres guardar os mandamentos, e praticar sempre fielmente o que é agradável (a Deus), eles te guardarão. Ele pôs diante de ti a água e o fogo: estende a mão para aquilo que desejares. A vida e a morte, o bem e o mal estão diante do homem; o que ele escolher, isso lhe será dado, porque é grande a sabedoria de Deus. Forte e poderoso, ele vê sem cessar todos os homens. Os olhos do Senhor estão sobre os que o temem, e ele conhece todo o comportamento dos homens”.
Os protestantes, claro, replicarão dizendo que Eclesiástico não é um livro canônico. Apesar de estarem errados, e Eclesiástico ser sim um livro canônico, podemos citar livros que eles apreciam como Escritura Sagrada: Dt 30,19-20: “Tomo hoje por testemunhas o céu e a terra contra vós: ponho diante de ti a vida e a morte, a bênção e a maldição. Escolhe, pois, a vida, para que vivas com a tua posteridade, amando o Senhor, teu Deus, obedecendo à sua voz e permanecendo unido a ele. Porque é esta a tua vida e a longevidade dos teus dias na terra que o Senhor jurou dar a Abraão, Isaac e Jacó, teus pais”. Vemos que o homem, além de ser livre para escolher, ele é obrigado a fazer tal escolha. Em Gn 4,7 lemos: “Se praticares o bem,, sem dúvida alguma poderás reabilitar-te. Mas se precederes mal, o pecado estará à tua porta, espreitando-te; mas, tu deverás dominá-lo”.
Em Jo 15,15: “Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz seu senhor. Mas chamei-vos amigos, pois vos dei a conhecer tudo quanto ouvi de meu Pai”. Não nos parece que João concorda com Lutero a respeito da natureza eqüina dos homens, nem de seu jóquei. Lutero disse que Deus é o responsável pelo bem e pelo mal. Porém Paulo também discorda dele, pois escreveu: “Pois, se nós, que aspiramos à justificação em Cristo, retornamos, todavia, ao pecado, seria porventura Cristo ministro do pecado? Por certo que não!”. Por certo que Lutero está errado.
Os cristãos não estão sujeitos a autoridade alguma:
“Todo cristão é pela fé tão exaltado sobre todas as coisas que, por meio de um poder espiritual, é senhor de todas as coisas, sem exceções, que nada lhe causará mal. De fato, todas as coisas foram feitas sujeitas a ele e são orientadas a servi-lo na sua salvação”. (’Freedom of a Christian,’ Martin Luther. Selections From His Writings, ed. por Dillenberger, Anchor Books, 1962 p. 63.)
“Injustiça é feita quando as palavras “sacerdote, clérico, espiritual, eclesiástico” são transferidas de todos os cristãos para aqueles poucos que são chamados por costume mesquinho de “esclesiásticos” (Ibid., p. 65)
Segundo Lutero, não há necessidade de sacerdotes, e da hierarquia. Todo cristão tem uma relação livre com Deus. Isto parece algo muito bom, e realmente nós podemos ter uma relação direta com Deus. Entretanto não podemos excluir o papel da hierarquia e dos sacerdotes. Lemos no livro de Números, capítulo 12, que a irmã de Moisés, Mirian (Maria), disse: “Porventura é só por Moisés, diziam eles, que o Senhor fala? Não fala ele também por nós”. A Bíblia mostra que “o Senhor ouviu isso” e disse “Por que vos atrevestes, pois, a falar contra o meu servo Moisés?” e logo depois “Maria foi ferida por lepra”.
A Bíblia nos ensina a não proceder contra os escolhidos por Deus: “Deus me guarde de jamais cometer este crime, estendendo a mão contra o ungido do Senhor, meu senhor, pois ele é consagrado ao Senhor!” (1Sam 24,7). Pela intercessão de Moisés, Mirian foi curada da lepra. Logo depois vemos Coré (Num 16) se rebelar contra Moisés e Aarão: “Basta! Toda a assembléia é santa, todos o são, e o Senhor está no meio deles. Por que vos colocais acima da assembléia do Senhor?”. A Bíblia mostra que, por causa desta revolta, “Saiu um fogo de junto do Senhor e devorou os duzentos e cinqüenta homens que ofereciam o incenso”.
Os camponeses mereceram seu destino:
“Assim como as mulas não se movem até que seu dono lhe puxe as cordas, assim o poder civil deve conduzir as pessoas comuns, açoitá-los, enforcá-los, queimá-los, torturá-los e decapitá-los, para que aprendam a temer o poder estabelecido” (El. ed. 15, 276, citado by O’Hare, em ‘The Facts About Luther, TAN Books, 1987, p. 235).
“O camponês é um porco, e quando um porco é abatido, ele está morto, e da mesma forma os camponeses não pensam sobre a vida futura, pois do contrário se comportariam de outra maneira”. (’Schlaginhaufen,’ ‘Aufzeichnungen‘ p. 118, citado ibid., p. 241)
Trata-se do episódio da guerra dos camponeses de 1525. O próprio Lutero recomendava aos príncipes: “impeça-os da forma que puderem, como se matam cachorros loucos” (Ibid., p. 235). Erasmo de Roterdã, contemporâneo de Lutero, relatou que mais de cem mil camponeses perderam suas vidas (Ibid., p. 237).
Poligamia:
“Confesso não poder evitar que uma pessoa despose muitas mulheres, pois tal não contradiz as Escrituras. Caso um homem escolha mais de uma mulher, deve procurar saber se está satisfeito com sua consciência de que o fará em acordo com o que diz a Palavra de Deus. Neste caso, a autoridade civil nada tem a fazer”. (De Wette II, 459, ibid., pp. 329-330)
“A Bíblia poderia melhorar” (’TheFacts About Luther, O’Hare, TAN Books, 1987, p. 202)
“A história de Jonas é tão monstruosa que é absolutamente inacreditável” (Ibid.)
“Eu jogaria o livro de Esther no Elba. Sou de tal forma inimigo deste livro que preferiria que não existisse, pois é judaizante demais e com grande parte de idiotices pagãs”. (Ibid.)
“A carta de Tiago é uma carta de palha, pois não contém nada de evangélico.” (’Preface to the New Testament,’ ed. Dillenberger, p. 19.)
“Se algo sem sentido foi falado, este é o lugar. Eu confirmo o que muitos já haviam dito que, com muita probabilidade, esta epístola não fora escrita pelo apóstolo, e não merece o nome do apóstolo”. (’Pagan Servitude of the Church‘ ed. Dillenberger, p. 352.).
“Para mim tal livro* não possui qualquer característica cristã. Que cada um julge este livro; eu mesmo tenho aversão, e isto é o suficiente para rejeitá-lo” (Sammtliche Werke, 63, pp. 169-170, ‘The Facts About Luther,’ O’Hare, TAN Books, 1987, p. 203).
*NT: Trata-se do livro de Apocalipse
É dito que Lutero entendeu a Bíblia “como se Deus falasse ao coração”. Mas é difícil de imaginar que o próprio Deus, que lhe “falou ao coração”, revelasse que Tiago escreveu uma epístola sem valor. Tal confusão é bem parecida com a “inspiração pelo Espírito Santo” que os evangélicos têm hoje em dia para confirmar a veracidade de suas interpretações bíblicas. É interessante também notar que, para os protestantes, a Bíblia é a autoridade final, correto? Porém vemos que Lutero se coloca acima da autoridade da Bíblia, escolhendo quais livros devem pertencer ou não a ela, e ainda com a “autoridade” de definir determinado livro. Na realidade, Lutero se colocou acima da Bíblia que afirma estar sujeito. Sem perceber, os protestantes de ontem e de hoje fazem o mesmo.
Os protestantes, debatendo sobre os deuterocanônicos, citam passagens que dizem que os que acrescentam qualquer coisa à Palavra de Deus serão condenados. Demonstramos com vários artigos que, na realidade, quem acrescentou ou retirou algo da Bíblia foram os reformadores. E o próprio Lutero admite tal feito, com a adição da palavra “somente” em Rm 3,28 de sua tradução para o alemão:
“Se um papista lhe questionar sobre a palavra ‘somente’, diga-lhe isto: papistas e excrementos são a mesma coisa. Quem não aceitar a minha tradução, que se vá. O demônio agradecerá por esta censura sem minha permissão”. (Amic. Discussion, 1, 127,’The Facts About Luther,’ O’Hare, TAN Books, 1987, p. 201)
Judeus para o inferno:
“Os judeus são pequenos demônios destinados ao inferno.” (’Luther’s Works,’ Pelikan, Vol. XX, pp. 2230).
“Queime suas sinagogas. Negue a eles o que disse anteriormente. Force-os a trabalhar e trate-os com toda sorte de severidade…são inúteis, devemos tratá-los como cachorros loucos, para não sermos parceiros em suas blasfêmias e vícios, e para que não recebamos a ira de Deus sobre nós. Eu estou fazendo a minha parte”. (’About the Jews and Their Lies,’ citado em O’Hare, in ‘The Facts About Luther, TAN Books, 1987, p. 290)
Cristo pecador:
“Cristo Adúltero. Cristo cometeu adultério pela primeira vez com a mulher da fonte [do poço de Jacó] de que nos fala São João. Não se murmurava em torno dele: “Que fez, então, com ela?” Depois, com Madalena, depois, com a mulher adúltera, que ele absolveu tão levianamente. Assim, Cristo, tão piedoso, também teve que fornicar, antes de morrer”. (Lutero, Tischredden, Table Talk, Weimar, Vol. II, p. 107, apud Franz Funck Brentano, Martinho Lutero, Ed Vecchi Rio de Janeiro 1956, p. 15) ou em (Lutero, Propos de table, n. 1472, ed. De Weimar, II, 107)”
Contra o sacramento da Eucaristia:
“Pensais, sem dúvida, que o beberrão Cristo, tendo bebido demais na ceia, aturdiu os discípulos com uma vã tagarelice?” (Funck-Brentano, Martim Lutero, Casa Editora Vecchi, 1956, 2a. ed, p.135)
E ainda, violento e mais blasfemador:
“Certamente Deus é grande e poderoso, pensa Lutero, e bom e misericordioso e tudo quanto se pode imaginar nesse sentido, mas é estúpido” (Deus est stultissimus; Propos de table n. 963, ed. De Weimar, I, 487)” (Brentano: 147)
Creio que não se pode comentar tais palavras, assegurando que vieram do nome daquele que cultuam hoje como “a estrela que brilhou no meio à escuridão da Idade Média”. Não há dúvida: Lutero está errado. Cristo se assemelhou em tudo a nós, menos ao pecado. Isto é evidente pela Sagrada Escritura e pela autoridade da Igreja, pois Cristo é Deus. Imagine, leitor, o que aconteceria se você apresentasse este fragmento a um protestante, esperasse este identificar quem o disse, e depois revelar que foi dita por nada menos que Martinho Lutero?
Para que o leitor não pense que acusamos o pseudo-reformador alemão gratuitamente, registramos a seguir também algumas de suas muitas mentiras e atos de arrogância, que foram instrumento (iníquo) amplamente utilizado em sua revolta. Depois da leitura da confissão em Augsburg, Melanchthon e os demais luteranos foram questionados pelos católicos na Confutatio, devendo então ceder em alguns pontos. Melanchthon estava disposto ao sacrifício em nome da paz, mas Lutero era radicalmente contra, o que provocará a defesa intransigente da confissão protestante através da Apologia. Lutero então escreveu a Melanchthon do castelo de Cobourg, incentivando o amigo a se expressar de forma ambígua:
“(…) Pois, uma vez conseguida a paz e escapado à violência, podemos facilmente fazer remendos para nossos ardis (mentiras) e faltas (tricks (lies) and failings), porque a misericórdia de Deus prevalece sobre nós.” (GRISAR, Hartmann, S.J., Martin Luther, His life & work, The Newman Press, 1960, p.388)
E se a mentira era companheira de Lutero, sabemos que tal vício normalmente acompanha e justifica outros vícios. No caso luterano, era a soberba que transbordava de sua boca incontrolável, como na carta a Henrique VIII:
“Através de mim Cristo começou Sua revelação sobre as abominações no lugar santo.” (Grisar:261)
E ainda:
“Estou certo que meus dogmas vêm do céu.” (Grisar: 261)
Vemos também sua soberba em confissões como esta:
“Muito embora a Igreja, Agostinho e os outros doutores, Pedro e Apolo e até um anjo do céu ensinem o contrário, minha doutrina é tal que só ela engrandece a graça e a glória de Deus e condena a justiça de todos os homens na sua sabedoria.” (Weimar, XL, 1 Abt., 132; apud Franca, IRC: 179)
Em Julho de 1521, portanto quando estava no castelo de Wartburg, Lutero escrevia a Melanchthon:
“Eis que, eu rezo muito pouco… Por uma semana inteira eu nem escrevi, nem rezei nem estudei, atormentado em parte pelas tentações da carne, parte por outro problema [constipação]. Reze por mim, pois na solidão estou afundando no pecado. (…) Eu queimo nas chamas de minha carne insubmissa; em resumo, eu deveria estar ardente no espírito, pelo contrário eu ardo na carne, no desejo, na preguiça, na desocupação e na indolência, (…) Eu sou severamente experimentado pelo pecado e pelas tentações. (…)” (Grisar: 199)
Lutero dizia o mesmo a Staupitz dois anos antes. (Grisar: 199)
Vejam essa confissão, prezados leitores: Lutero ficava uma semana inteira sem rezar! E ainda por cima ficava ocioso, pois nem lia, nem estudava! Entregue ao ócio, mãe de todos os vícios, e sem rezar, sem pedir a ajuda divina, certamente iria cair em tentação. Lutero reclamava das tentações, porém, ao invés de rezar e fazer penitência, abandonava-se cada vez mais ao vício; não rezava nem vigiava. E como os vícios gostam de fazer companhia um ao outro, pois o semelhante atrai semelhante, vemos como Lutero os possuía com largueza:
“À sua Catarina escrevia em 1540: vou comendo como um boêmio e bebendo como um alemão, louvado seja Deus!” (Franca, IRC: 186). E em 1534 havia escrito: “Ontem aqui bebi mal e depois fui obrigado a cantar; bebi mal e sinto-o muito. Como quisera haver bebido bem ao pensar que bom vinho e que boa cerveja tenho em casa, e mais uma bela mulher… Bem farias em mandar-me daí toda a adega bem provida do meu vinho e, o mais freqüentemente que puderes, um barril de tua cerveja.” (Franca, IRC: 186)
São confissões escandalosas na boca de um reformador evangélico.
Mas não para por aí. Mandava dizer de Wartburg (1541):
“Aqui passo todo o dia no ócio e na embriaguez.”. Em Erfurt, por 1522, Melanchthon relata que Lutero não fez senão “beber e gritar, como de costume.” (Franca, IRC: 186)
Em 1531 o rebelde reclama a Wenceslau Link:
“a dor de cabeça, contraída em Coburgo por causa do vinho velho, ainda não foi debelada pela cerveja de Wittemberga” (Franca, IRC: 187)
Na mesma linha da decadência moral, Lutero encaixa então seu sistema teológico. Veja-se como ele aconselha o atribulado Jerome Weller em termos estarrecedores:
“Quando te vexar o diabo com estes pensamentos, palestra com os amigos, bebe mais largamente, joga, brinca ou ocupa-te em alguma coisa. De quando em quando se deve beber com mais abundância, jogar, divertir-se e mesmo fazer algum pecado em ódio e acinte ao diabo para não lhe darmos azo de perturbar a consciência com ninharias… Quando te disser o diabo: não bebas, responde-lhe: por isso mesmo que me proíbes hei de beber e em nome de J.C. beberei mais copiosamente… Por que pensas que eu bebo, assim, com mais largueza, cavaqueio com mais liberdade e banqueteio-me com mais freqüência, senão para vexar e ridicularizar o demônio que me quer vexar e ridicularizar de mim?… Todo o decálogo se nos deve apagar dos olhos e da alma, a nós tão perseguidos e molestados pelo diabo.” (De Wette, IV, 213, apud Franca, IRC: 187)
Cristo havia mandado o jovem rico guardar os mandamentos. Lutero mandou seu discípulo apagar os mandamentos dos olhos e da alma! Eis o reformador evangélico! E como conseqüência do princípio luterano, o rebelde escreve ao então escrupuloso Melanchthon em 1521:
“Seja um pecador, e peca fortemente, mas creia ainda mais firmemente (Esto peccator et pecca fortiter, sed fortius fide)” (Grisar: 206)
Também, segundo Lutero,
“Cristo não tomou sobre si só uma condição humana geral, mas submeteu-se ao diabo e concorda com o diabo de alguma forma. Ele não assumiu só as culpas, como afirma a fé católica, mas também a disposição ao pecado.” (Beer): 30 Giorni Ano VII, fev. 1992, pág.55, entrevista “Lutero? Delírio Maniqueísta”)
Agora ficam claras as frases blasfemas de Lutero contra Cristo: na cristologia luterana Nosso Senhor de fato tinha de pecar; para que Cristo pagasse o pecado deveria cometer todos os pecados! Eis a reforma que dizia reconduzir a Igreja à pureza primitiva! Dado que Cristo é uma dualidade para Lutero, Ele não pode ser a terceira pessoa da Santíssima Trindade, que encarnando tornou-se uma só pessoa:
“Cristo não pode ser “pessoa”, deve ser um “compositum”, pois nele devem coexistir a divindade e a maldição, ou seja, a diabolicidade.” (Beer: 55)
“Para Lutero (…) Deus é mau em si, é preciso atribuir a diabolicidade a Deus. São Paulo escreveu que em Jesus Cristo “habita a plenitude da divindade”, e Lutero comentou: “é bom que tenhamos um homem assim, porque Deus é em si mesmo mau e cruel.” (Beer: 59)
E por fim, falemos do famoso debate de Leipzig. Nessa famosa disputa, Eck fez Lutero negar os livros que na Bíblia defendem o Purgatório, fundamento das indulgências que Lutero atacava. Eck venceu de tal modo a disputa, que como conseqüência o Duque George da Saxônia firmou posição definitiva a favor da Igreja, e as universidades de Colônia e Louvain condenaram as doutrinas heréticas de Lutero. (LLORCA, Bernardino, Historia de la Iglesia Catolica, Vol. III – Edad Nueva, BAC, 4ª ed, p. 671)
“No debate de Leipzig o opositor católico de Martinho Lutero demonstrou-lhe de modo irrefutável que sua “nova doutrina” não se opunha apenas aos papas mas também à Tradição tal como claramente expressa pelos Padres e pelos Concílios. Lutero viu-se obrigado a reconhecê-lo e declarou então que também os Concílios Ecumênicos tinham se enganado. (…) Lutero abandonou a idéia católica de uma Igreja interprete autêntica do verdadeiro sentido da Revelação. Lutero não reconhecia mais na Igreja uma consciência comum superior à inteligência e às interpretações particulares.” Naquele momento realizou-se uma ruptura decisiva.
O fato relevante é que as universidades haviam sido invocadas como árbitros da disputa, e seu veredicto então deveria ser aceito pelos participantes. As universidades de Paris e Erfurt também irão condenar Lutero, embora mais tarde. (Ibid.)
Mais curioso ainda é que Lutero havia dito no começo que aceitaria as sentenças das universidades. Quando Colônia e Louvain rejeitaram várias de suas proposições, Lutero escreveu uma Responsio, onde pretendia mostrar “a vaidade e nulidade de tais veredictos acadêmicos em geral.” Dizia ainda, em linguagem que lhe era própria:
“Até que eles o refutem, (…) considera as condenações como se fossem imprecações de uma meretriz bêbada (sic!). Os professores de Louvain e Colônia são caracterizados como “asnos” em carta a Spalatin.” (Grisar: 149)
Infelizmente, os protestantes se recusarão a buscar as obras de Lutero e de outros reformadores. Sua metodologia “minha consciência é meu guia” lhe impede de aderir a qualquer semelhança com a doutrina de algum ser humano, ainda mais se este ser humano ensinou o que mostramos acima. Na realidade, os protestantes, que acham que retiram suas doutrinas da Bíblia, na realidade copiam as conclusões de outras pessoas, como Lutero (o que é um mal negócio), Calvino (também), ou o que pode ser ainda pior, de suas próprias conclusões.
O mesmo fundador da “Reforma”, Martinho Lutero, chegou a “lamentar”, o dano que a sua rebelião contra a autoridade da Igreja, tinha causado. O espetáculo de seus escritos faz as seguintes observações …
“Este aqui não ouvirá falar do Batismo, e aquele nega o sacramento, outro põe um mundo entre isto e o último dia: alguns ensinam que Cristo não é Deus, alguns dizem isto, alguns dizem isso: há tantas seitas e credos como há tantas cabeças. “Nenhum rústico é tão rude quando ele tiver sonhos e fantasias, e pensar que é inspirado pelo Espírito santo e deve ser um profeta.”De Wette III, 61. citado em O’Hare, Os fatos sobre Lutero, 208.
Em 1600, devido à reforma protestante, havia mais de 100 divisões em várias seitas. Antes de 1900, havia 1000 ao redor. Antes de 1981 havia mais que 20.700. Hoje há mais de 33.800 dividindo o Corpo de Cristo, sendo fundadas por meras criaturas humanas. As comunidades protestantes aumentaram em número de aproximadamente 65% em só vinte anos. (Dados da Enciclopédia Cristã mundial, abril de 2001), uma publicação protestante.
Talvez a única conclusão que podemos retirar destas, e de várias outras frases, é a que o apóstolo Paulo nos incentiva: “Examinai-vos a vós mesmos, se estais na fé. Provai-vos a vós mesmos… A menos que a prova vos seja, talvez, desfavorável” (2Cor 13,10).
ANEXO
A maioria dos protestantes possuem uma visão mítica e romântica de Lutero. Contudo, bem outra é a realidade histórica que nos trazem os historiadores, alguns dos quais protestantes como Franz Funck-Brentano. Eis algumas frases de Lutero compiladas na obra de João Clá Dias, “Como Ruiu a Cristandade Medieval”:
“Quem não crê como eu é destinado ao inferno. Minha doutrina e a doutrina de Deus são a mesma coisa. Meu juízo é o juízo de Deus” (Weimar, X, 2, Abt., 107)”;
“Sim, eu digo: todas as casas de tolerância, que, entretanto, Deus condenou severamente, todos os homicídios, mortes, roubos e adultérios, são menos prejudiciais que a abominação da missa papista.” (Werke, t. XV, 773-774)”;
“Cristo cometeu adultério pela primeira vez com a mulher da fonte, de que nos fala São João. Não se murmurava em torno dele: “Que fez, então, com ela?”, depois com Madalena, depois com a mulher adúltera, que ele absolveu tão levianamente. Assim Cristo, tão piedoso, também teve de fornicar antes de morrer.” (Tischreden, nº 1472, ed. Weimer, 11, 107)”.
Aliás, é interessante transcrever um pequeno trecho da biografia de Lutero, escrita pelo protestante Franz Funck-Brentano, em que transparecem os pontos essenciais da “concepção de mundo” do reformador:
“(…) Tendo sido censurado pelo doutor Jonas, por ter insultado Deus em seu salmo ‘Quore fremuerunt gentes’ Lutero responde: – “Certamente, mas qual o profeta que não insultou a Deus?”
Em outro dia:
- “Se Deus não me perdoasse os pecados, eu os jogaria pela janela”.
“De resto, se Deus encheu de mal o mundo, se quis fazer o mundo infeliz, foi para que aspirássemos à vida futura. (…) É verdade, diz Lutero, que seria quase lamentável que nós fizéssemos tudo o que Deus ordena, pois Deus faria isso por sua divindade; tornar-se-ia um mentiroso e não poderia manter-se no posto”. A palavra de São Paulo aos romanos seria atirada na lama, quando diz: “Deus tudo ordenou sobre o pecado, a fim de que pudesse ter piedade de nós”. O Padre-Nosso não serviria de nada, nem o Credo; a fé, a remissão dos pecados tornar-se-iam inúteis, supérfluas”. “Ah! mas eis que tudo vai bem! Pequemos no interesse de Deus”. “Deus está presente em todas as criaturas, na menor folha, na menor parcela de graveto”.
Argumento inesperado nos lábios de Lutero a favor desse panteísmo que excitava Calvino; essa grande doutrina panteísta, a de Plotino, de Giordano Bruno, de Miguel Servet, de Spinoza, de Retif de la Bretonne, de Goethe e de Hegel, que se encontraram na mesma forma de conceber o mundo, sem se terem combinado nem influenciado uns e outros. (…) Arrebatado por esse declive, nosso doutor Martinho (sic) rola em enormidades, ousaríamos dizer, numa depravação intelectual que não foi ainda revelada, ao que parece, por nenhum de seus inúmeros biógrafos.(…)
Funck-Brentano, Lutero, pp. 175 – 177, 180 – 181, 199 – 201, 212









lutero, papa, mohamed, buda eu voce, todos meros seres humanos sempre poderemos ser refutados em nossos conceitos, mas Deus e sua palavra, nunca!!!!
Deus disse maldito é o homem que confia no homem… Deve ser ate por isso que muitos protestantes nao possuem em sua prateleira obras de lutero… ou de homem algum pra se seguir paralelamente a biblia. mas uma coisa vc sempre encontrará …:::: a Biblia unica regra de vida e conduta de vida…
eu voce e qq pessoa de qq raça ou religiao, pecam, simplesmente pq o pecado entrou no mundo desde q adao e eva pisaram na bola, e vivemos nesse mundo influenciados por varios tipos de tentaçoes…
desde mesmo no tempo em que jesus fundou a igreja primitiva, (a biblia nao relata denominação alguma-mas cita a igreja de Cristo- ou seja composta de pessoas que creem que Jesus é o salvador, unico e verdadeiro Deus) muitos homens, os discipulos e outros … começaram bem em sua caminhada com Cristo, mas no meio do caminho se contaminaram, um exemplo Judas… seu coração se corrompeu a ponto de trair a Jesus, mas ele era um dos chamados para ser discipulo… com as igrejas dde um modo geral acontece o mesmo… acredito que muitas pessoas que conheciam judas e viam que ele sempre andava com jesus, se escandalizaram ao saber da mancada dele…
da mesma maneira muitas igrejas possuem a aparencia de andar com jesus mas logo a mascara cai, dai vem o escandalo, isso em qq denominação que nao se matem fiel a palavra de Deus… isso pode ter acontecido com lutero, com a igreja catolica e com muitas outras, mas qdo se segue realmente a Deus nao se da passo no escuro… se lutero pregava contra a palavra de Deus disso e de pessoas que se prederam por causa de seus desvios ele prestar5á contas a Deus, da mesma forma onde a igreja catolica errou tb prestara contas a Deus, se Deus diz nao faras imagem diante de mim, de nada do que ha no ceu, nem na terra nem debaixo dela, nem do que ha no mar… e se a igreja permite isso esta contra apalvra de Deus e prestara contas a Deus, enfim tds nos prestaremos contas de nossas obras aqui, sejam elas boas ou más…leia o livro de isaias…
Porque se esconde e não assina o que escreveu?
Acho curioso que muitos precisam se esconder sob pseudônimos ou qualquer coisa que valha pra emitir suas opiniões…
Olha, como não acredito em fantasmas e muito menos que se possa falar com eles, não vou acreditar em você, aliás, você quem?
Tome coragem de defender suas opiniões e assumir o que pensa. Como poderei levar à sério o que escreveu, se nem mesmo você o leva?
Vou deixar aqui um conselho genérico:
Leia a Bíblia, porém leia a Bíblia completa, não a que foi mutilada…
Não adianta dizer que Lutero errou e que não devemos seguí-lo e blá, blá, blá….
As consequências de seus erros estão aí, multiplicando-se todos os dias.
Aliás, se alguém assumisse realmente que Lutero errou, voltaria imediatamente para a Igreja Católica.
Meu querido fantasma,
Você não acredita em si mesmo, a ponto de não mostrar a cara, ou melhor, nem ao apenas um nome….
Assim é molezinha… e covarde…
Joh 13:34-35 Um novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros; assim como eu vos amei a vós, que também vós vos ameis uns aos outros. 35 Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos, se tiverdes amor uns aos outros.
Olá Rafael!
Salve MARIA!
Bom, se eu entendi o motivo de você colar o versículo em questão…
Amar ao próximo não quer dizer aceitar o erro do próximo, ou quer dizer que devemos nos calar diante dos erros porque “amamos” ao outro que o pratica e aceita.
Isso é pecar por omissão.
Ou ainda outro pecado: indiferentismo.
Quem ama alerta; quem ama corrige; quem ama diz a verdade, doa a quem doer, pois verdadeiro amigo é aquele que avisa sobre o erro e tenta corrigir.
Sempre é bom lembrar:
“Eu te conjuro em presença de Deus e de Jesus Cristo, que há de julgar os vivos e os mortos, por sua aparição e por seu Reino prega a palavra, insiste oportuna e importunamente, repreende, ameaça, exorta com toda paciência e empenho de instruir. Porque virá tempo em que os homens já não suportarão a sã doutrina da salvação. Levados pelas próprias paixões e pelo prurido de escutar novidades, ajustarão mestres para si. Apartarão os ouvidos da verdade e se atirarão às fábulas” (2Tm 4,1-4)
“Se recusa ouvi-los, dize-o à Igreja. E se recusar ouvir também a Igreja, seja ele para ti como um pagão e um publicano”. (Mt 18,17)
A missão do cristão verdadeiro é levar a Boa Nova.
“Meus irmãos, se alguém fizer voltar ao bom caminho algum de vós que se afastou para longe da verdade, saiba: aquele que fizer um pecador retroceder do seu erro, salvará sua alma da morte e fará desaparecer uma multidão de pecados.” (Tg 5,19-20)
Desculpe-me, caso tenha entendido errado o versículo que postou, mas deu a entender que eu deveria, ao invés de colocar esses textos, me tornar omisso e “amar”… Só que neste caso eu estaria “amando” o erro, seja por omissão seja por indiferentismo ou relativismo.
Dominus sit in corde tuo
Não, amor não é complacência.
Quem ama se importa de verdade.
Quem se importa de verdade chama a atenção.
Acredito que o Senhor Jesus amou inclusive os fariseus, mas assim mesmo, os combateu firmemente. (Mateus 23)
É que a leitura me fez lembrar daquelas palavras em João 13.
O Senhor Jesus estava dizendo que o que realmente identifica um discípulo seu como tal é o amor.
Nicodemos foi fariseu. Paulo também. A questão não é se eles foram fariseus, mas que foram amados e renderam-se ao amor do Senhor, sendo libertos, pelo amor, da cegueira que viveram.
Santa é a igreja do senhor!! santa é a igreja catolica…
obrigado jesus por nos mostrar quem foi de verdade esse anti-cristo do LUTERO..
IN NOMINE PATRIS, ET FILI ET ESPIRIT SANCT
Um monte de baboseira, textos totalmente fora de contexto e repleto de enganação e mentiras.Amigo, você além de outras coisas,é ingênuo, como pode acreditar que pessoas com um pouco de conhecimento acreditarão neste amontoado de asneiras? Dessa forma você coloca até a bíblia pra dizer que Jesus é o próprio diabo.Vê se te enxerga e deixa pessoas sérias emitiriem suas opiniões. A igreja católica não precisa de pessoas insensatas como você para defendê-la.
Rapaz… A verdade dói e altera os ânimos, porém isso não muda os fatos e as próprias palavras do fundador do protestantismo e herege Lutero.
Se considera isso tudo “asneiras”, meu irmão, com certeza você não conhece nada do seu pai Lutero; talvez nem nunca tenha lido um único texto herético dele.
Esse é o problema: protestantes se acham experts em catolicismo (repetem chavões, sem saber do que falam), mas no que se refere às próprias origens são uma negação – quando conhecem alguma coisa! Aí, quando lêem até mesmo as próprias palavras de seu mestre e pai, se alteram, pois não crêem no que é fato, acham que são asneiras.
Isso tem outro nome: ignorância.
Muitos protestantes nem mesmo sabem sequer quem fundou a sua denominação, nem quando, nem onde, nem nada; apenas seguem – no mais das vezes, apenas emocionalmente.
Irmão,
Estude e conheça o que você mesmo segue, antes de ficar deixando comentários que nada afetam os autores do post; apenas revelam o quanto desconhece sua própria seita.
Rezo a Deus para que se converta verdadeiramente a Jesus e sua única igreja.. aquela que Ele mesmo fundou.
Quem fundou a sua seita?
Estou fazendo um Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) e discuto o filme LUETRO (2003). Procurei várias fontes para pesquisa, inclusive a internet, no entanto, estou com dificuldade para saber quem é José Roldão, autor do texto LUTERO DESMASCARADO POR SEUS PRÓPRIOS ESCRITOS. Peço a gentileza de me indicar onde posso consegui dados do autor, como por exemplo, formação acadêmica, etc.
Obrigada.
Adilene Cavalheiro.´
e-mail: *********
SALVE MARIA SANTÍSSIMA!
MEU AMADO IRMÃO(S) EM CRISTO!
QUERO AGRADECER!
PRIMEIRO A DEUS E A MARIA SANTÍSSIMA POR VOCÊ(S) E A EXISTÊNCIA DE MAIS ESTA PAGINA MARAVILHOSA.
CONHEÇO OUTRA(S), (MONTFORT) E QUERO DIZER QUE TENHO APRENDIDO MUITO COM VOCÊ.
ENTÃO, MUITO OBRIGADO
FIQUE COM DEUS, MARIA SANTÍSSIMA E COM TODO MEU CARINHO!
DO IRMÃO EM CRISTO JESUS!